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Guilherme Torres da Silva, de 22 anos, morreu em Itapecerica da Serra após lutar por quase dez meses contra as sequelas da ingestão de bebida adulterada por metanol. O caso acende o alerta: o Ministério da Saúde já confirmou 13 casos de intoxicação este ano e investiga outros 22. Em 2025, o composto químico causou 25 mortes e infectou dezenas de pessoas no país.

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📽️ Adriana Bernardes/CB/DA Press
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Transcrição
00:00As sequelas por intoxicação por metanol podem ter matado um jovem de apenas 22 anos
00:05em Itapecerica da Serra, no interior de São Paulo.
00:09Guilherme Torres da Silva lutou quase 10 meses pela vida
00:12após ser internado depois de ingerir bebida adulterada por metanol em agosto do ano passado.
00:18No hospital, ele teve sequências de paradas cardíacas,
00:22ficou entubado e precisou de aparelhos para respirar.
00:25Quando o rapaz recebeu alta, ele foi para casa numa cadeira de rodas
00:29e nos últimos meses fazia terapias de reabilitação.
00:32O irmão dele, Igor Davi, contou que Guilherme voltou para o hospital na quinta-feira passada,
00:3811 de junho, bastante debilitado, com muita dor no peito e no estômago.
00:43Os médicos disseram que Guilherme estava com uma infecção pulmonar grave.
00:48E para quem acreditava que o risco ficou restrito ao ano passado, muita atenção.
00:53Até junho deste ano, 13 casos de intoxicação por metanol misturado à bebida alcoólica
01:00foram confirmados pelo Ministério da Saúde.
01:03E 22 estão em investigação.
01:06Só para lembrar, lá em 2025, o Brasil confirmou 76 casos de intoxicação por metanol
01:12associado ao consumo de bebidas alcoólicas.
01:14Outros 29 casos ainda seguem em investigação até hoje.
01:19No mesmo período, ou seja, no ano passado, 25 pessoas morreram por conta da intoxicação
01:26e 8 mortes seguem em investigação até hoje.
01:30Adriana Bernardes, para o Correio Brasiliense.
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