00:00Ele sempre tinha um a mais, né? A mais tanto na parte de técnica, quanto na parte realmente de pessoa.
00:05Ele era realmente aquela pessoa que tomava contos dele e se precisava, ainda auxiliava quem precisava dos outros, vamos dizer
00:14assim, né?
00:14Ele era realmente uma pessoa excepcional. Ele não faz parte das pessoas comuns, né?
00:19Chega e faz a diferença na vida de quem ele está realmente ali no entorno dele.
00:23A última vez foi no domingo, por volta de umas quatro e meia, foi a última vez que ele me
00:29respondeu.
00:30A segunda pela manhã, a gente costumava trocar mensagem praticamente todos os dias de manhã e à noite.
00:37Aí eu enviei a mensagem para ele, não tive resposta e logo depois o João me ligou falando do ocorrido.
00:44E foi um desespero para todos nós.
00:46Leandro é um irmão para mim e para mim fica os sorrisos, a família que eu ganhei, que eu construí,
00:54que é a família dele.
00:55Tenho certeza que ele considerava a minha família também como a família dele.
01:00Fica os amigos e fica a humanidade dele que foi expressa pelo despojamento dele,
01:07de sair do conforto para ir ajudar os que precisavam.
01:12E mostra tudo aquilo que o Leandro era, um profissional exemplar, humano e efetivamente um médico disposto a salvar vidas.
01:27Meu tio era uma pessoa incrível, uma pessoa fora de série, uma pessoa que tiraria a roupa do corpo para
01:34dar.
01:34Não importa quem fosse, não importava nada, não importava a sua classe social.
01:43Ele é uma pessoa excepcional e foi um herói mesmo.
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