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  • há 4 semanas
A mulher de 27 anos tinha medida protetiva após ser agredida pela primeira vez em dezembro de 2023; mesmo assim ele invadiu a casa por ciúmes

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Transcrição
00:00E na hora que minha filha estava saindo para ir para a escola, 6 horas da manhã,
00:04ela foi surpreendida com ele esperando na porta para entrar para dentro de casa.
00:08Nisso, eu ainda deitada na cama, ele veio por cima de mim me mordendo, me arranhando,
00:13pedindo para o meu celular, que queria meu celular de qualquer jeito, para acessar minhas coisas.
00:18Como ele é mais forte que eu, ele conseguiu tirar o celular de mim e saiu da minha casa.
00:22Nisso, eu comecei a pedir socorro.
00:25Minha filha que ficava pedindo para ele parar, pedindo socorro,
00:31que eu tive uma filha de 7 anos que eu ia lá, precisava de acompanhamento por causa dele,
00:36de tudo que ela vivia sofrendo.
00:40Então, o que é mais difícil para mim como mãe não é tanto o que eu passei,
00:46é o que minhas filhas sofreram.
00:48Nunca tinha me agredido, não fisicamente, porém, foi muito agradecer em palavras.
00:54Teve fatos que a gente estava junto dentro de loja, funcionário me chamava no canto
00:58pela forma que ele me tratava dentro da loja, perguntava se eu queria alguma ajuda.
01:04E nunca tinha me batido.
01:06Em dezembro, ele veio me bater por conta dele e achar que eu tinha invadido a privacidade dele
01:11por descobrir que ele estava em outro relacionamento além do nosso.
01:15Aí ele se achou no poder de poder me agredir por conta disso.
01:19Fala na delegacia, não deixa entrar na mente, porque eles tentam mesmo,
01:24falam que vai mudar, falam que não vai acontecer de novo, pede até desculpa.
01:27Tem uns que até choram, né?
01:29Mas isso não acontece.
01:30O que pode acontecer, na verdade, é acabar não conseguindo nem estar aqui fazendo o que eu estou hoje.
01:37Tchau.
01:38Tchau.
01:38Tchau.
01:39Tchau.
01:40Tchau.
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