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Milhares de argentinos ocupam as ruas nesta terça-feira em protesto contra o sucateamento do ensino superior no governo Javier Milei. Segundo dados do jornal La Nación, o financiamento caiu 29% desde 2023, o menor nível em duas décadas. Manifestantes exigem o cumprimento da Lei de Financiamento Universitário, enquanto o governo classifica o ato como político e mantém os cortes orçamentários.

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📽️ Rodrigo Craveiro/CB/DA Press
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Transcrição
00:00A Argentina vive uma terça-feira de tensão.
00:03O sucateamento da universidade pública e o corte de financiamento
00:07levam milhares de argentinos às ruas.
00:10Nessa terça-feira, e mais um protesto contra o governo de Javier Milley.
00:16Segundo o jornal La Nación, entre 2023 e 2025,
00:21gastos reais das universidades caíram 29%,
00:25atingindo o nível mais baixo em 20 anos.
00:28Pelo menos 10 mil professores trocaram a universidade pública
00:32por instituições privadas, onde recebem salários até quatro vezes maiores.
00:39O governo Milley denuncia uma manifestação completamente política
00:43e promete seguir com a discussão do orçamento.
00:47Ileana Celoto, subsecretária da Associação dos Grêmios Docentes,
00:52um sindicato da Universidade de Buenos Aires e organizadora dos protestos,
00:58falou com exclusividade ao Correio.
01:00Ela disse que a marcha exige o cumprimento da Lei de Financiamento Universitário,
01:06votada e ratificada cinco vezes no Congresso Nacional Argentino.
01:10Ileana contou que há 201 dias o governo Milley descumpre a lei,
01:15o que leva ao esvaziamento total e ao sucateamento da universidade pública.
01:20Milhares de manifestantes terminarão o protesto na Praça de Maio,
01:25diante da Casa Rosada, na tarde desta terça-feira.
01:30Rodrigo Craveiro, para o Correio Brasiliense.
01:34Obrigado.
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