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Há exatos três anos, o Brasil se despedia de Rita Lee. A artista, que rejeitava o título de rainha por achar "cafona", deixou um legado eterno na música e uma conexão especial com Brasília. Foi na capital que ela conheceu Ney Matogrosso e protagonizou shows históricos, como a apresentação de 1983, marcada por críticas à ditadura militar. Compositora e multi-instrumentista, Rita unia rebeldia e genialidade em letras que seguem vivas na memória e na cultura do país.

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📽️: Mariana Niederauer/CB/D.A.Press
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Transcrição
00:00Há três anos, o Brasil perdia a rainha do rock nacional.
00:03Rita Lee nos deixou em 8 de maio de 2023.
00:07E a cantora, que marcou gerações no país inteiro,
00:10também proporcionou ao público brasiliense momentos históricos.
00:14Você sabia, por exemplo, que foi aqui que Neymato Grosso conheceu Rita,
00:18Gilberto Gil e Caetano Veloso?
00:19O colunista do Correio, Irlã Rocha Lima, também já contou algumas vezes
00:24sobre as passagens da rainha aqui pela cidade.
00:27Ele acompanhou o primeiro show da Rita em Brasília, em 1975.
00:33Ovelha Negra, que era a música mais tocada do Brasil à época,
00:36foi entoada em coro pelo público.
00:38Depois de ser alvo de censura, ela só voltou a se apresentar por aqui em 1983
00:43e não poupou críticas à ditadura militar.
00:47Rita rejeitava o título de rainha, ela achava muito cafona,
00:50mas não teve jeito, os fãs seguem se referindo a ela dessa forma.
00:54Afinal, é merecido.
00:55Além de cantar, ela era compositora, multi-instrumentista, atriz e escritora,
01:00fluente em inglês, português, francês, castelhano e italiano.
01:04Nas últimas linhas da sua autobiografia, de 2016, ela escreveu assim
01:08Se um belo dia você me encontrar pelo caminho,
01:10não me venha cobrar que seja como você imagina que eu deveria continuar sendo.
01:15Se o passado me crucifica, o futuro já me dará beijinhos.
01:20Mariana Niederauer, para o Correio Brasiliense.
01:25O Correio Brasiliense.
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