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  • há 3 horas
Para Alceu Valença, Brasília já era tema de versos e canções desde o início da carreira. Em entrevista ao Correio, o cantor pernambucano relembra os momentos em que a obra retratou a Capital Federal, incluindo uma gravação com o rei do baião, Luiz Gonzaga.

🎥 Camilla Maia/CB — Mariana Reginato/CB

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Transcrição
00:00Eu me apaixonei por Brasília, inclusive porque dois tios meus vieram morar aqui
00:05quando a capital estava sendo construída.
00:07Tio Lucilo e tio Rinaldo, entendeu?
00:10Vieram pra lá, iam pra cá.
00:12E a coisa mais engraçada é que eu comecei uns 14 anos, 15, sei lá, 14,
00:19a escrever poemas, etc.
00:21E saía dentro dos jornais, nos cadernos literários dos jornais.
00:30E aí tio Geraldo, tio Rinaldo, chegou lá em casa, tinha voltado de Brasília,
00:35trazendo um choro que ele nominou de Candango Sofredor, certo?
00:41Mas ele só tinha botado o nome de brincadeira pra botar o nome.
00:47E aí eu compus uma música pra ele, um chorinho, que aí eu não falo em Brasília.
00:54Mas tem uma outra que eu compus com o Carlos Fernando, um compositor, um amigo meu,
01:00e a gente fez coisa, plano de piloto, é Asa Norte, é Asa Sul, é Avião, é Lago Norte,
01:06é Lago Sul, é Constituição.
01:08E cantei essa música e gravei com o Luiz Gonzaga.
01:11Aí tem música de Brasília, pra Brasília?
01:14Adeus Brasília, vou morrer de saudade.
01:17Que é outra?
01:18Uma que eu digo, em maio eu montava um cavalo chamado de vetania.
01:22Lembrei olhando o calendário do tempo que me querias.
01:25Em junho, estava em São Paulo naquela noite tão fria,
01:30teu corpo foi meu agasalho do tempo que me queria.
01:35Em junho, estava em Havana sonhando com utopias.
01:38Agosto, Brasília, Goiânia, Belô, Salvador, Bahia.
01:45Pronto.
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