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  • há 4 horas
Valle Salvaje Capitulo 409 (1 mayo )

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Transcrição
00:00Tia, eu não he matado a ninguém.
00:01É mais que evidente, só eu tenho que atar cabos.
00:04Não imaginar insensatezes, mais bem.
00:06Algo que eu conhecia perfectamente a meu marido e sei até que extremo era capaz de levar a seus semejantes.
00:12Tia, que eu não o maté.
00:13Sim, o fizeste.
00:14Adriana, minha difunda esposa, teve alguém assim.
00:17Um haia.
00:18Isabel foi o haia dela e de seus irmãos.
00:20E é só isso que eu quero para minha filha, que a cuides.
00:23Tenderei que me perdonar porque não me ampara nenhum direito para pedir nada, mas...
00:26Podes falar com total tranquilidade, que é o que te ronda por a cabeça.
00:29É para Matilde. Para quem quero pedirle algo, não se trata de mim.
00:32Hála.
00:33Matilde pensa que ao você prestarles o dinheiro para a nova casa de algum modo,
00:37lhe parece bem que eles se marchem.
00:39Que a minha amiga pense que eu quero que se vá de minha casa.
00:42Dos bocas menos que alimentar.
00:44Bueno, três.
00:45Quando nasca a criatura.
00:47Não, eu vou falar em sério.
00:48O matrimônio não se quer ir de esta casa porque este a desigusto.
00:50Ni porque pense que você não quer que este aqui,
00:53mas porque vão formar uma família.
00:55O meu pai não precisa que diga nada.
00:57Sabe bem que eu quero a meu lado para sempre.
00:58Não estaria mais decírselo, frasco.
01:00Não o creio.
01:00Eu acho que te equivocas.
01:01Tu padre nunca ha vivido uma situação como a que está atravessando e está confundido.
01:05E por que deveria estarlo?
01:06Pois porque sempre ha ido detrás de sua irmã.
01:08Era ela que tomava as decisões.
01:10Talvez a decisão de quedarse aqui por ti
01:12é a decisão mais importante que ele tomou na sua vida.
01:14Será melhor que ele esteja solas.
01:16Tu não te vas a nenhuma parte, Rafael.
01:19Você pode dizer que sentido tem que não os mirar nem na cara?
01:22Ele não ha actuado como um filho.
01:24E abandona já este absurdo intenso.
01:26E se pode saber isso tão grave que te deu, por Deus.
01:28Mas a vista está.
01:29Que quer reconciliar-se.
01:31Tia, por Deus, não perda o tempo.
01:33Atua a boa fé.
01:35E já demonstra uma sensatez que, a diferença de sua sirvienta...
01:38Eu me ocuparei de que não as moleste mais.
01:41Não devem preocupar-se por ela.
01:43Poderias quedarte com a niña.
01:44Al menos hoje.
01:45Por suposto que te pagaria.
01:47Sigue querendo que seja el haia de Maria.
01:49Isso é que has decidido já a resposta.
01:51Quero cuidar de sua filha.
01:52Quero estar com ela.
01:54Acompañarla.
01:55Enseñarle o pouco que sei.
01:57E tudo o que você me diga.
01:58Entendo que queres formar a sua própria família.
02:00Que pinto eu em tudo isso.
02:02Se de verdade...
02:04Sigue pensando em marchar-se.
02:07Pois me respeitarás.
02:09Não.
02:10Eu diria a Pepa de irme com você e...
02:12E ela também se vendrá.
02:13Onde está a tia?
02:14Por que você está dizendo?
02:16Por que você ouve.
02:17Porque o de separarnos...
02:18Não o verão os tempos.
02:20Não se dá conta de que sem provas não podemos acusar-le.
02:22Que é a nossa palavra contra a de um Galvez de Aguirre.
02:24Você também é um Galvez de Aguirre.
02:26E o filho da vítima.
02:28Mas, de haver sido ele o assassino...
02:30Estou todo este tempo aguentando a culpa em silêncio, mãe.
02:34Seguiré pressionando.
02:35Até que a culpa cresca e aplaste o coração.
02:37E não tenha mais remédio que falar.
02:39Você mesma me has insistido em infinidade de ocasiões.
02:43Advirtiéndome de quem é don José Luís Galvez de Aguirre e don Hernando de Guzmán.
02:47Eles são nossos inimigos.
02:49E temos que andar sempre com muito ojo.
02:50Não é assim.
02:52Se vamos a trabalhar juntos, eu acho que deveríamos colocar todas as cartas sobre a mesa.
02:56Que sim sempre tem que ter a última palavra.
02:59A ver, o que quer dizer.
03:00O que quero dizer, Victoria, é que se vou fazer isto, é porque amo a Damaso.
03:04E porque não vou permitir que ninguém o ponha em perigo.
03:06Eu vim da cabaça de Pura e Petra.
03:09Eu estava indo da cabaça quando eu ouço oi o seu lento.
03:12Eu ouço o lento de um recién nascido.
03:18De verdade me o estás dizendo?
03:21Por favor, perdóname.
03:24Tendría que haberte creído antes.
03:28Era todo certo.
03:29Todo o que decías era certo.
03:35Ojalá não fosse real, mas eu sabia que esse lento era certo.
03:40Tendría que haberte creído antes, mas não pude até que não o escutei eu mesma.
03:44Era o lento de um ninho igual como o describiste.
03:48O sonido era como amortiguado, como...
03:52Sim, como se saísse do interior de algum recoveco.
03:55Ou de debaixo de umas mantas.
03:58E lhe disse algo a Pura e a Petra quando o ouça?
04:01No, elas tampouco disseram nada.
04:03Tampouco reaccionaron ao lento.
04:09Isso é o único que me faz albergar uma ligera dúvida.
04:12Não, senhorita Bárbara.
04:13O escutou e também como eu.
04:15Mas as duas mulheres sabem muito bem o que fazer para não levantar sospechas.
04:18O sabem muito bem.
04:20E o filho de Adriana se encontra naquela cabaña.
04:26Bom, e lhe disse algo a você algo?
04:29Eu oui quando me estava indo e saí de lá toda prisa porque precisava voltar a casa e contártelo.
04:36Bem.
04:38Se bem porque quanto mais desprevenidas, elas pegamos melhor.
04:42Que queres dizer?
04:44Que temos que ir a esa cabaña em busca do ninho.
04:46Não, Luisa, não sei se é o mesmo.
04:47E melhor ainda.
04:48Nos vamos aí com a Santa Hermandade.
04:50A Santa Hermandade?
04:51Não podemos involucrarnos sem prudas, Luisa.
04:54Mas que melhor prova que escuta o llanto de um recién-nascido.
04:57Não é suficiente.
04:58Se nos apresentamos na cabaña e não o encontramos, nos meteremos em problemas.
05:03E que propone?
05:07E que eu estou feliz porque me he quitado um peso de encima.
05:30Eu ouço bem?
05:31Sim, é isso que eu disse.
05:39Você acha que vão poder trabalhar juntas?
05:44Deberiam ter um tratamento mais cordial.
05:47Não digo que sejam amigas.
05:50Mas agora mesmo temos um objetivo em comum.
05:55Por minha parte, não há problema nenhum.
05:58Me comprometo a manter uma tregua se Mercedes faz o próprio.
06:01Do que será a pedido?
06:08Acepto.
06:11Perfecto.
06:12O pacto está sellado.
06:15Obrigado às duas por seu esforço.
06:21Espero que merezca a pena.
06:23E agora os deixo a solas. Supongo que terão muito de o que falar.
06:38Eu também me vou marchar.
06:39Me acompanho.
06:40Não, não faz falta.
06:42Obrigada.
07:00E que ve a boa sorte que teve a Leonor encontrándose conosco no monte.
07:05Não quero nem imaginar o mal que ele vai passar aí dormindo ao raso.
07:10E sem nada que acharse ao buche.
07:12É incrível o que aguanta o corpo humano, sim.
07:17E nem sei o que agora passou por aí perdida no monte.
07:21A verdade é que com todos os malhechores que há, ele podia ter passado qualquer coisa.
07:26E nenhuma boa.
07:28Não, não me alegro de que tudo tenha ido bem e de que ele tenha ofrecido a don Rafael o
07:32trabalho finalmente.
07:34E vai ao trabalho. E mais nem menos que cuidar da niña de doña Adriana.
07:38E...
07:39Vaya suerte.
07:41Mas a verdade é que se o merece. Parece boa mochacha. E carinhosa e educada. É como se a conheci
07:48toda a vida.
07:49Sim.
07:49E que...
07:51E que tiene usted aí.
07:52E onde?
07:53E onde?
07:54E desde cuándo tiene eso?
07:55E o que, Pepa? E o que?
07:58E...
07:59E...
08:01E...
08:01E saiu um sarpullido.
08:05E do...
08:06Meneos sarpullido.
08:08Buena pinta no tiene. No.. no le pica.
08:12Sim, sim. Ahora que lo dices. Me he pasado arrascándome toda la noche, vamos. Y no he dormido nada.
08:17No me extraña. Si lo tiene alrojo vivo.
08:20Ha comido algo extraño últimamente?
08:24No sé. Lo que tú has echado al plato.
08:27Que raro, o mesmo ela pica algum bichinho aí, araña muito traicionera.
08:34Sim, sim pode ser, não sei, não me dou conta, vamos.
08:40Aunque, não sei, não é o sarpullido e que me pique, é que...
08:44Que, doña Matilde, contem-me.
08:48O malestar que eu sinto esses dias, Pepa, não melhorou, não sei.
08:53Já se me havia antojado que não andava muito católica.
08:56Mas notava você algo raro?
09:00Não, não sei, estou como sempre, vamos, não...
09:04Aqui não noto nada.
09:07Aunque com o mal que me he estado sentindo,
09:09eu pensava que tal vez...
09:11Que tal vez que...
09:14Pois se lhe ha pasado algo ao niño.
09:16Tudo o que lhe está passando é o normal nos primeiros meses de preñe.
09:19Tu crees?
09:20Pois claro, se a Luisa lhe passou o mesmo quando estava embarazada de Baristín.
09:24Quando não era a cabeça era a tripe, e quando não, as duas a vez.
09:28Assim que não se preocupe, que seguro que não é nada.
09:31Mas se deve ficar mais tranquila, por que não dá avisos ao Galeno?
09:35Não, não, não vou fazer isso.
09:37Mas, doña Matilde...
09:38Que não, Pepa, que não quero fazer isso.
09:41Ou não, menos, cuentele a seu esposo sobre seus dolores, que talvez possa ajudá-la.
09:44O último que quero que o sepa agora mesmo é o Atanasio.
09:47Não quero preocupar mais da conta.
09:50Não, Pepa, se te lhe contado a ti é porque has insistido.
09:53De hecho, necessito que o mantengas no secreto.
09:57Pepa, por favor.
09:59Descuide, que minha boca está sella.
10:02Mas vamos, que não faz daño a ninguém se dá avisos ao Galeno.
10:04Que não, que já está, é o que você disse.
10:06Que são os primeiros dias que me sinto assim.
10:10Já está, tudo vai estar bem.
10:23Tudo se ve muito apetitoso, don Rafael.
10:27Pois come quanto queres, mulher, que não has comido nada.
10:29Em minha mesa sempre será bem recebida a guia de Maria.
10:32A propósito.
10:34Le he pedido ao Home de Cría que baixase a as cocinas
10:36a comer umas boas gachas de avena e zanahoria.
10:39Que ajuda a que se vá melhor a leite.
10:41Não, não o sabia.
10:43Que, por certo, hoje...
10:44Le has dado a toma bem temprano, não?
10:47De aí a cara tan sonriente que tem.
10:51Fíjate que eu acho que esta cara tan sonriente é porque...
10:54Le encanta escuchar a tua voz.
10:59Isso, e...
10:59Que não sei que lhe has feito antes de acostar,
11:01mas é a primeira vez, te lo puedo asegurar,
11:03que dorme a noite inteira.
11:04Sem despertarse nem uma vez.
11:06De verdade?
11:08De verdade te lo digo.
11:09E eu também he podido descansar em condições,
11:11assim que...
11:12Gracias.
11:13Não me la sei, que eu não fiz nada do outro mundo.
11:16Me dá que o que lhe passa a ela pobre mía é que...
11:18Tuve um dia agotador e caiu rendida.
11:22Algo de sobra, sim, não te lo vou negar.
11:25Mas que tens boa mão com as criaturas,
11:27isso não cabe nenhuma dúvida.
11:30Com as criaturas, não sei.
11:32Mas com esta bendita, sim.
11:33E é um tesouro.
11:39Eleonor, eu acho que, a estas alturas,
11:41não faz falta que te lo recorde.
11:43Que amo a esta niña,
11:45verdade?
11:46Mas não era um tesouro antes de tu aparecer por a porta.
11:49Créeme.
11:50Pois não se lo diga a nadie.
11:52Mas o único secreto é quererlos muito.
11:56A mim me dá muita contentura cuidarlos,
11:58e eu acho que só os niños...
12:00os sientem.
12:01Pode que tenha razão, sim.
12:03O único que te posso assegurar é que eu, a partir de agora,
12:05posso ir a meus quehaceres, tranquilo, porque sei que estás com ela.
12:08Não me pode fazer melhor, Alago.
12:10Se agradeço muito.
12:11Isso sim, o único que te pido é que se surgisse qualquer problema...
12:14...le avise a escape.
12:16Mas eu posso estar com a sua santidade, com a sua majestade...
12:19Me interrumpiré.
12:20Descuide.
12:21Já te lhe disse mais vezes, verdade?
12:23Más de uma e mais de duas.
12:25Mas cuidado, que não me moleste que me o repita.
12:27Irá por você como um aside.
12:29Não, melhor manda a chamar-me.
12:30Eu não quero que te separes tu de esta niña por nada do mundo.
12:33Assim o farei.
12:34Mas tranquilo, que estou segura de que nada mal sucederá.
12:37É...
12:38Marcha, então.
12:39Aunque he de confesarte que cada dia me cuesta mais separarme de esta niña.
12:43Le entendo perfectamente.
12:45A mí me pasa lo mismo todas as noites, quando la dejo en su cunita.
12:50E isso que só la conozco de... dos dias.
12:57Leonora, antes de irme te voy a pedir que me acompañes a un sitio.
13:01A donde?
13:03Vamos a hacer las cosas bien tu y yo.
13:10Hoy parece que vamos a desayunar solos.
13:14Eso parece, sí.
13:16E José Luis e doña Victoria, que se les han pegado las sábanas.
13:21Supongo.
13:24E tu hermano, el Duque?
13:27Ah, con... con... con María, me imagino.
13:31Ay...
13:31Siempre con María, pobre.
13:32Para mí que... que ni come, ni bebe, ni nada.
13:35No recuerdo la última vez que pude desayunar con él.
13:38Qué pena.
13:40Mmm...
13:40Con lo rico que está todo.
13:43Niño, esta mermelada está exquisita.
13:45¿De qué es?
13:46De higos, madame.
13:47Pues felicita al cocinero de mi parte.
13:50Últimamente parece inspirado por la gracia divina.
13:52Magnifique.
13:53Lo trasladaré a la cocina, doña Andriot.
13:55Me expoco.
13:58Y tú, hijo, come algo, por Dios, que te vas a quedar en los huesos.
14:03Te vas a quedar.
14:03Si es que no tengo ni hambre, madre.
14:07De decir verdad debería irme ya a faenar.
14:11Hablando del rey de Roma, pues la puerta asoma.
14:15¿Estaban hablando de mí?
14:16Sí.
14:17Precisamente les comentaba que tengo la sensación que hace siglos que no desayunamos juntos.
14:23Me alegro mucho de que esto vaya a cambiar.
14:26Lamento decirle, tía, que no va a cambiar.
14:29Acabo de desayunar.
14:31Si he venido es porque quiero presentaros a alguien.
14:33Leonor, pasa.
14:38Muy buenos días tengan ustedes.
14:43Leonor es el Aya de María.
14:50Bienvenida a Palacio Leonor.
14:52Yo soy Alejo, el hermano pequeño de Rafael.
14:56Braulio.
14:57El primo de ambos.
14:59Encantado.
15:02Aunque no lo parezca, yo soy su madre.
15:04Sí.
15:05Tía Enriet, para toda la familia.
15:10Buenos días.
15:11Buenos días.
15:12Buenos días.
15:14¿Y tú quién eres?
15:16Es el Aya de María.
15:19Leonor.
15:20Mi padre.
15:36Creo que ya lo tengo.
15:39Ya sé por dónde podemos empezar a investigar.
15:42Te escucho.
15:43Sé que no podemos ir a la cabaña porque correríamos demasiado riesgo y eso lo sabemos ambas.
15:49Pero tampoco podemos quedarnos de brazos cruzados.
15:52Y más sabiendo a ciencia cierta que el hijo de Adriana se encuentra en la cabaña.
15:58¿Usted se acuerda de lo que me dijo Aurora?
16:03Lo de que mi tía podía tener algo que ver con el asunto.
16:05Es que yo creo que si empezamos por ahí, vamos a dar con la verdad.
16:08No, no sé Luisa.
16:10Es que no termino de creerme que mi tía esté relacionada con todo esto.
16:13Es cierto.
16:14Es cierto que tuvo sus más y sus menos con Adriana, pero de allí a odiarla tanto como para querer
16:18robarle a su niño...
16:19¿Pero por qué Aurora iba a mentirme?
16:21No sé, pero lo de mi tía no tiene ni pies ni cabeza.
16:24Es que por eso mismo.
16:27Tenemos que hacer algo para darle un sentido a todo esto ¿no?
16:30¿Algo como qué?
16:35¿Y si confrontara usted a su tía?
16:39Si es culpable dudo que me dé una respuesta clara.
16:42Pero... ¿Va a ver en su reacción si miento o no?
16:45No sé Luisa, mi tía es astuta como la que más.
16:52Pero bien es cierto que en el valle están pasando cosas muy raras.
16:56Primero la abdicación del duque y el anuncio en la boda de mi hermana así de repente.
17:01Sin previo aviso.
17:03Y luego el asalto en la calesa de mi tía y don Eduardo.
17:06Por no hablar que Aurora desapareció en el parto de Adriana.
17:13¿Usted cree que unas cosas están relacionadas con otras o son pura casualidad?
17:16No, no. Las casualidades no existen.
17:20Creo que aquí está pasando algo.
17:23Y tenemos que descubrir el qué.
17:26Pero no sé si mi tía es la persona ideal para preguntárselo.
17:29No.
17:31De primera no vamos a ir a preguntarle a su tía nada.
17:35Vamos a recabar información, vamos a investigar y ya después vamos a ella.
17:41¿Y en quién estás pensando para conseguirla?
17:44¿Alejo?
17:45No andamos muy católicos últimamente.
17:48Entonces, don Rafael, quizá él pueda darnos algo de luz en todo esto.
17:55Haremos una cosa.
17:57Yo hablaré con mi tía Victoria y tú lo harás con don Rafael, ¿sí?
18:02Trato hecho.
18:09Leonor no solo tiene mucha experiencia cuidando niños.
18:12Sino que, como he podido comprobar, María la adora.
18:16Aunque sí, mi amor.
18:18Desde el primer día que se conocieron ya hicieron mi gas.
18:20Lo que hace yo puedo sentarme. Tranquilo.
18:24Hoy tomaré el desayuno en mi alcoba.
18:26Manda alguien para que me lo suba.
18:28Enseguida, señor.
18:53En fin...
18:55Ya ha quedado presentada.
18:57Leonor puede retirarte. Gracias.
19:05La mermelada está muy buena.
19:08No habrá más de estas galletas, ¿no?
19:16No te muevas, Matilde.
19:17No, no, no. Atanasio pica mucho.
19:19Lo sé. Lo sé y lo siento, pero has de aguantar.
19:24¿Pero qué es?
19:28Son flores de caléndula, aceite de oliva y cera de abejas.
19:35Es un remedio natural que siempre me hacía mi madre para cuando me salían erupciones.
19:38Ya, pues no veas como os cuece.
19:42Es solo el principio.
19:45Luego ya verás como calma.
19:50Ya está.
19:53Ya está.
19:58Pero Matilde...
20:00¿Qué? ¿Qué? ¿Qué pasa?
20:03Que tienes más rojeces.
20:06¿No te habías dado cuenta?
20:16Todo esto es muy extraño.
20:21No habrá sangrado.
20:22No, no. Dios me libre de hacerlo.
20:25Y no, no he notado nada más que...
20:28Más que el picor y el malestar en general.
20:32Te estás tomando el bebedizo de Benigno.
20:33Sí. Sí, Atanasio. Después de cada comida un trago, sí.
20:36Y lo has tenido siempre bien localizado.
20:38Sí. Atanasio está aquí. Nadie lo ha podido coger.
20:40Déjame.
20:41No te preocupes tanto.
20:48No sé.
20:51Desde que empezamos a sospechar, no. Pero ¿y antes?
20:54Matilde, tal vez en algún momento no nos dimos cuenta y lo cogió quien ya sabes.
20:59¿Crees que doña Victoria ha venido aquí a adulterar el bebedizo para hacerle daño a nuestro hijo?
21:04Tú no la ves capaz.
21:09Sí.
21:10Sí, capaz es.
21:12Yo soy de otras muchas cosas.
21:19Sí.
21:36Señora, empiezan a ser habituales sus visitas a la cocina. ¿En qué puedo ayudarla?
21:42¿Le ha dado el encargo el niño?
21:44¿Qué niño?
21:45Le he dicho que el desayuno estaba primoroso, pero quería darle mis felicitaciones personalmente.
21:53Muchas gracias, doña Henriette.
21:57Aunque Francesco ya me lo he trasladado. No era necesario que se tomara la molestia de bajar aquí a decírmelo.
22:03No, no. No era ninguna molestia. La verdad es que me gusta bajar aquí a la cocina y charlar con
22:08usted.
22:09Me distrae.
22:10Ya, ya lo veo.
22:13Es una lástima que no haya empezado a cocinar hasta tan tarde.
22:17Bueno, hasta que Eva no marchó de palacio, pues...
22:20Si hubiera empezado antes, no estaría aquí.
22:23Estaría en las mismísimas cocinas de su majestad el rey.
22:28Exagera usted.
22:29No.
22:31No exagero ni un poquito.
22:42Tres bon.
22:45Le agradezco sus palabras. Son de mucha utilidad. Le confieso que...
22:51Cuando mi her... hermosa esposa se fue, dudé de estar a la altura.
22:58Oh, ¿dónde va a parar? La ha superado a usted con creces.
23:02Tiene talento, Amadeo. Tiene mucho talento.
23:08Solo le reprocho una cosa.
23:10¿El qué?
23:13Pruebe.
23:14¿Cómo?
23:15Pruebe.
23:16Pruebe y dígame qué cree que falta.
23:26Pues... no, no, no sé qué falta. Sal.
23:30Riesgo. Falta riesgo.
23:34¿Tiene usted miedo a rozar la excelencia?
23:38La excelencia.
23:39La excelencia.
23:41Hace siempre los mismos platos los que hacía su esposa.
23:45Bueno, es que son los únicos que quiere hacer.
23:46Bueno, pues ahora estos ya los tiene por la mano.
23:50Ha llegado el momento de innovar.
23:53Innovar.
23:54Innovar, Amadeo.
23:56No querrán aburrir a sus comensales.
23:59No, no, no. Por supuesto que no.
24:02Vamos.
24:03Pensará en ello, doña Enriqueta.
24:05Doña Enriqueta.
24:06Enriqueta. Y no piense demasiado. Hágame caso.
24:10Directamente, ¿sí?
24:11No me quiero aburrir.
24:15Hola.
24:25¿Está usted bien?
24:28Estupendamente.
24:29¿Cómo voy a estar después de lo que me ha dicho doña Enriqueta?
24:32¿Tú lo has oído?
24:33Sí, sí. Lo he oído y estoy viendo la cara de embobado que se le ha quedado.
24:37No, no es para menos.
24:38La señora me ha dicho que han quedado fascinados con el desayuno.
24:43Que estaba exquisito.
24:46Pues fíjese que yo lo he probado y no me apareció nada del otro mundo.
24:49Ya.
24:50A ver si va a ser que...
24:52¿A ver si va a ser que qué?
24:54Que doña Enriqueta no está interesada en su cocina sino en usted.
25:00Anda, hijo. No digas tan bien.
25:04Mira, ya que estás aquí, ¿puedes hacerte cargo de la cofina? Tengo un asunto importante que hacer.
25:10¿El qué? ¿Qué va a hacer usted pedir las relaciones a doña Enriqueta?
25:14Mira que eres bobo, ¿eh?
25:16¿Quién yo?
25:17No, mi prima del pueblo.
25:18Ah, pues pregúntesele usted a su prima, la del pueblo.
25:21Si eres bobo, sí.
25:24No me leas más la cabeza. ¿Puedes o no puedes quedarte a cargo de la cocina?
25:27Sí que puedo, don Amadeo, sí.
25:30Bueno.
25:33Suerte.
25:52Entonces, José Luis, ¿puedo hablar con usted?
25:56¿Qué quiere?
25:59Voy a necesitar algo más de tiempo para terminar de ordenar el archivo.
26:04¿Y por qué motivo va a demorarse?
26:07Había muchos papeles fuera de lugar y al final he optado por sacarlos todos y volver a ordenarlo de nuevo.
26:12Eso no es asunto mío.
26:14Su obligación era terminar de ordenar el archivo cuanto antes para poder realizar el informe pendiente.
26:20¿Qué informe?
26:22Así que no se lo ha pedido el señor Duque.
26:28Me temo que no.
26:30No sé por qué no me sorprende.
26:33Mi hijo solo tiene la cabeza para pensar en su hija.
26:36Me refiero al informe de la previsión de la demanda de cereal de los nuevos clientes.
26:41Claro.
26:42Claro.
26:43Me pondré con ello en cuanto termine con esta tarea.
26:45Organícese como le plazca, pero lo necesitaré mañana.
26:48Mañana eso va a ser imposible.
26:50El señor solo terminar de ordenar el archivo me llevará varios días.
26:53No me cuente su vida, Atanasio.
26:55Lo quiero mañana y no quiero excusas.
26:57Lo intentaré.
26:58No lo intente.
26:59Hágalo.
27:01Señor.
27:01¿Qué quiere?
27:03No estamos para perder el tiempo.
27:05Sé que de un tiempo a esta parte nuestra relación no pasa por su mejor momento, pero aún así...
27:09Pero usted y yo no hay ninguna relación, Atanasio, más allá de la que le obliga a usted como secretario
27:15de la casa que es a servirme.
27:16Claro.
27:16Pero me gustaría insistirle que...
27:19Cállese y póngase a trabajar.
27:22Quizá ese sea su problema, Atanasio.
27:24Habla demasiado.
27:35Pues sí, ya hemos terminado la siega, pero creo que no vamos a poder sembrar.
27:39Haremos todo lo posible.
27:41Ahora he de marchar a las tierras del norte.
27:44¿Voy contigo?
27:45No.
27:46A ti te necesitarán las del sur.
27:49Alejo.
27:52Tenemos que hablar, ¿no?
27:54¿De qué?
27:54¿Tú también me vas a acusar de haber matado a tu padre?
27:57Alejo.
27:57Vamos, dilo.
27:58Mírame a los ojos y dime que tú también piensas que fui yo quien mato a tu padre.
28:02No.
28:03Cabremos juntos a la Santa Hermanda.
28:05¿A qué?
28:05A denunciarme. ¿No es eso lo que quieres?
28:06Pero si ni siquiera he abierto la boca para que sepas qué es lo que pienso, qué es lo que
28:09quiero.
28:09Es que no me hace ni falta, Braulio.
28:12Alejo, yo no voy a denunciarte.
28:14Pues entonces tangemos esto aquí y ahora.
28:16Braulio, no volverás a hablar de tu padre, ni de Luisa, ni de su hijo.
28:20¿Entendido?
28:21Porque yo no puedo vivir ni trabajar con alguien que piensa que soy un asesino.
28:28Lo siento.
28:46Padre, ¿qué es todo esto?
28:48Pues cosas que he comprado en el mercado.
28:51Mira, azafrán, clavo, tía, pimienta de guinea, unos espárragos, unos dátiles...
29:00Es tanta cosa.
29:02Sí.
29:03¿Y qué piensa hacer con todo eso?
29:07Usarlos para sacar el genio que llevo dentro.
29:12He decidido hacerle caso a doña Enriqueta.
29:15Qué mujer más simpática.
29:18Simpatiquísima.
29:20¿Y qué le ha dicho a usted exactamente?
29:26Pues... que... que arriesgue, ¿sabes?
29:29Que me arriesgue y... que no tenga miedo a probar cosas nuevas en la cocina.
29:34¿Cosas nuevas?
29:35Sí.
29:36¿Por qué?
29:36¿Y por qué no?
29:38Porque no es necesario.
29:40¿Qué ganas tiene usted de meterse en líos con lo contentos que están los señores con su manera de cocinar?
29:44Pues lo mismo no me meto en líos.
29:46Lo mismo os hago por la puerta grande con dos orejas y un rabo.
29:50O lo mismo le enviste el toro y se lo lleva a usted por delante.
29:57Mira que estás cenizo.
29:58Más bien prudente, padre.
30:01A ver...
30:02¿Qué hacemos tú y yo aquí ahora mismo?
30:06¿No?
30:09Es una adivinanza.
30:10No, hijo. Estamos aquí porque nos arriesgamos, porque no tuvimos miedo a probar cosas nuevas.
30:16Cosas que hasta entonces, pues... no habíamos hecho.
30:20¿Es así o no es así?
30:22El que no se arriesga, hijo, no gana.
30:29A ver, don Amadeo, ¿qué es lo que tiene usted pensado hacer hoy con todo esto que ha comprado?
30:33Bueno, pues, aún no tengo nada en la cabeza.
30:38Pero...
30:39Hay ideas. Hay ideas.
30:42¿Qué ideas?
30:42Muchas.
30:44Muchas ideas.
30:45Quiere dejarse usted de inventos y hacer el favor de cocinar lo mismo de siempre. Lo que funciona, funciona y
30:49punto redondo.
30:50Además, le recuerdo que la que inventaba era la tía Eva. Usted se dedicaba a agobiarse y a pedirle prudencia.
30:56Ese es el antiguo Amadeo. Y ese Amadeo ha muerto.
31:01¿Qué me falta?
31:02Ahora soy un hombre nuevo. Un hombre que se arriesga.
31:06Hijo, un hombre que no tiene miedo a nada. Un inconformista, un iconoclasta de la cocina.
31:12¡Ea!
31:14Encima, ¿tú le animas?
31:16Padre, mejor que se le quite esa idea de la cabeza.
31:21Hijo, no voy a hacerte caso. Esta vez no. Voy a preparar un plato tan rico y tan sorprendente que
31:27todo el mundo va a quedar anonadado.
31:30Así que...
31:31¡Fuera!
31:33¡Fuera de mi cocina, que voy a crear!
31:34Padre, ¿quiere usted hacerme caso, por favor? Y cocinar algo decente. Algo que haya cocinado usted antes. Cualquier cosa, pero...
31:41¡Calla!
31:42Calla.
31:44Que me está viniendo la inspiración.
31:48Este hombre está perdiendo, lo veremos.
31:58Ha ignorado cada una de tus recomendaciones.
32:02En lugar de emplear a cualquiera de todas esas mujeres formales y experimentadas con informes y referencias, se trae a
32:09esa otra mujer desastrada y vulgar a la que nadie conoce.
32:16Victoria, has de hablar con él.
32:18¿Yo?
32:18Yo no puedo hacerlo. No le dedico la palabra. Ha perdido por completo el Oremus y alguien tiene que hacerle
32:24entrar en razón.
32:25¿Y qué te hace pensar que a mí me hará caso?
32:27No.
32:28Al menos inténtalo.
32:29No. No pienso enfrentarme al duque José Luis. Y menos para hablarle en tu nombre.
32:35¿O me lo estás ordenando?
32:38Creo que ha llegado el momento de que arregles tus diferencias con él.
32:51Piénsalo bien.
32:53Tendieron la celada justo por el camino por el que íbamos a pasar. Y a una hora concreta. Nos despojaron
33:00de todas nuestras pertenencias. Para que pareciera un robo.
33:05Pero no nos dejaron marchar. Nos separaron. Y a mí ni siquiera me pusieron una mano encima.
33:15Pero a mí me golpearon sin piedad.
33:17Y si no llegó a tiempo, ese malnacido hubiera hundido su cuchillo en tu garganta. Y ahora...
33:23Estaría muerta.
33:26Tía, ¿se encuentra ya no?
33:41Tía, ¿se puede saber qué hace usted aquí?
33:43Ay, querido sobrino. He venido a hablar contigo. Ya sabes cómo me gusta meterme donde no me llamo.
33:51Usted se ha ganado el derecho a meterse donde quiera. Así que dígame de qué se trata esta vez.
33:56Bien.
34:00Es verdad que tu padre a veces tiene malas maneras.
34:06¿A veces?
34:08No obstante, puedo entender un poquito la reacción que he tenido esta mañana.
34:13¿Le ha parecido bien?
34:15No vengo a juzgar tus decisiones, Rafael.
34:18Pero...
34:20Tampoco le gusta a Leonor.
34:21Algo has dicho.
34:22Ya lo había intuido, tía.
34:24Sobre todo después de ver cómo usted la miraba en el desayuno.
34:28¿Se puede saber que le has visto a esa muchacha?
34:31Ya se lo he dicho. Es cuestión de piel.
34:34Sí, me lo dijiste y te juro que creí entenderlo, pero hoy la he visto y la verdad, no sé.
34:41No entiendo qué ves en ella que nosotros no somos capaces de ver.
34:47No sé, tía. No sabría decirle. Digamos que es su intuición.
34:50Ya, pero es que no puedes confiar el cuidado y la educación de la hija de un duque a una
34:56intuición.
34:57¿Por qué no? Eso lo pone en algún manual de duques.
35:00Bueno, en el mismo que pone que tu hija es demasiado valiosa como para arriesgarte.
35:06Lo primero, que para ella, María, no es un trabajo.
35:10Y lo segundo, después de haberla visto, sé que realmente le importa a María.
35:15La trata con cariño.
35:17La trata con amor, diría yo.
35:20Y yo sé que esa muchacha va a acompañar a mi hija. Elija lo que elija la niña.
35:25Sin imponerle nada, tía. No, sin imponerle la educación que se le presupone a la hija de un duque.
35:30Eso lo harían las mujeres en las que confiarían tanto usted como doña Victoria.
35:34Exacto.
35:35También le enseñarían otras cosas. Cosas muy valiosas y útiles para ser la hija de un noble.
35:42Y yo soy noble.
35:43Pero usted ha tenido que arriesgarse a mancharse el vestido para venir a hablar conmigo.
35:46¿Por qué? Porque trabajo las tierras.
35:50Trabajo el campoguelo, campoguelame.
35:52Trabajo con los campesinos, tía. Con los jornaleros.
35:55Soy hombre de campo también.
35:57Eso es porque tú quieres.
35:59Por supuesto. Justo eso es lo que quiero para la niña.
36:02Y lo que querría Adriana, que hagan lo que le vengan gana.
36:07Que sea feliz decidiendo quien quiera ser, tía.
36:11Te entiendo, pero te equivocas en algo.
36:15Tú te has educado como un noble y después has elegido.
36:20No la prives de esos privilegios.
36:23Porque también la estás privando de escoger.
36:29La he escuchado.
36:32Y respeto su opinión.
36:35Solo espero que usted también respete la mía.
36:37Y aunque solo sea por María, por favor.
36:40Dile una oportunidad a Leonor.
36:44Claro, cariño.
36:50Solo te pido algo.
36:53Que pueda seguir cuidándola de vez en cuando.
36:57Por favor, tía. De eso no cabe ninguna duda.
36:59Con o sin ello usted va a seguir siendo un apoyo tanto para mí como para la niña.
37:04Perfecto.
37:07No, no es nada.
37:09¿Algo sería cuando estaba usted a punto de llorar?
37:13Esos asaltantes se fueron, pero me dejaron con el miedo metido en el cuerpo.
37:19No dejo de pensar en lo mal que lo pasé. Lo revivo una y otra vez.
37:24Lo imagino, tío.
37:27Y créame que siento mucho el horror por el que pasó.
37:31No se lo deseo ni a mi peor enemigo.
37:35¿Quiere que le pida algo a una doncella?
37:37No, no te molestes. Estoy perfectamente.
37:40Dime, ¿en qué puedo ayudarte?
37:44Me gustaría organizar una misa en memoria de Adriana en unos días.
37:50¿Le parece bien?
37:51Me parece muy buena idea.
37:56Y ahora que estamos a solas, creo que tenemos una conversación pendiente.
38:02¿Una conversación pendiente?
38:05No hemos podido hablar de este asunto tras el fallecimiento de mi hermana.
38:09No sé de qué quieres hablar exactamente.
38:14Usted y ella nunca se llevaron bien.
38:17¿A qué viene eso ahora?
38:20Creo que a usted nunca la aceptó.
38:24Al principio, cuando desposó con don Julio, usted sabía que ella no le quería.
38:30Y se distanciaron.
38:32Y después, cuando casó con don Rafael, creo que la distancia era tan grande que no llegaron a cerrar las
38:36heridas.
38:40Me equivoco.
38:41¿A qué has venido, Bárbara?
38:42Yo solo...
38:43Tú solo vienes aquí a decirme cosas horribles que ya no puedo arreglar porque Adriana no está.
38:47No, tía...
38:48No quiero discutir, Bárbara. Vete, por favor. Quiero estar sola.
39:04Mañana cerraremos lo de los arrieros.
39:07Descansar.
39:08No, no, no.
39:26Me equivocó.
39:30No, no.
39:33No, no, no.
39:34No, no.
39:34Bueno, no, no.
39:38que me esperava era el de aliarme con mi maior inimiga.
39:43Pero Mercedes...
39:44Se o fiz foi por o que sinto por você.
39:50E senti que se o ia fazer,
39:53tínhamos que ser sinceros.
39:55Poner as cartas sobre a mesa, por isso eu disse o que disse.
40:00Sin embargo,
40:04você...
40:05Eu não disse o mesmo.
40:09Não disse delante dela que estava enamorada de você.
40:15É isso o que lhe ha molestado, verdade?
40:18Porque se quedou callada.
40:21Porque considero que Victoria é uma peça fundamental em todo este entramado.
40:26E a precisamos para acabar com José Luís.
40:30E não tem que saber nada de nós.
40:33Os dois sabemos que é perigosa.
40:36Assim que quanto menos sepa, melhor.
40:41De verdade que foi por isso.
40:45Acaso não me creem?
40:51Desde que vocês voltaram do assalto, tenho a sensação de que não pararam de ocultar coisas.
40:56O que me esconde, Tamasso?
41:06Talvez deve contarle meus planos.
41:12O que eu esconde?
41:15A chegada o momento de revelar minha verdadeira identidade.
41:18Tchau.
41:20Tchau, tchau.
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