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  • há 4 meses
O célebre diretor Werner Herzog nos leva, mais uma vez, em uma aventura incrível, indo aos limites de um lugar extraordinário. Superando desafios consideráveis, Herzog registra a impressionante imponência da caverna de Chauvet, no sul da França, onde foram descobertas as mais antigas pinturas rupestres do mundo. Herzog revela um mundo subterrâneo de tirar o fôlego, incluindo obras de arte com 32 mil anos de idade com seu estilo inigualável. Com sua narração bem-humorada e envolvente, Herzog reflete sobre o nosso desejo primordial em se comunicar e representar o mundo à nossa volta, a evolução e o nosso lugar nela, e, em última instância, o que significa ser humano. Ao fazer o documentário, apresentado pela primeira vez no Festival Internacional de Cinema de Berlim, o cineasta Werner Herzog, de 68 anos, realizou um sonho de infância. Herzog, ainda menino, arranjou um trabalho só para comprar um livro sobre pinturas rupestres, e o seu sonho virou realidade quando ele teve acesso à caverna de Chauvet-Pont-d'Arc, descoberta na década de 90, com mais de 400 pinturas rupestres.

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Transcrição
00:02SILENCE PLEASE! PLEASE DON'T MOVE!
00:06Nós vamos ouvir o silencio na caixa e talvez nós podemos ouvir nossos próprios heartbeats.
00:18Nós entramos Chauvet Cave,
00:22sabendo que essa pode ser a única e última oportunidade de filmar dentro.
00:27Então, são 15h30min.
00:30Nós temos uma hora.
00:34Uma das maiores descobrições da história da cultura humana.
00:40Esse é um dos rar momentos que qualquer pessoa está permitindo dentro da caixa.
00:49Será que nunca podemos entender a visão dos artistas através de um abysso de tempo?
01:01Isto é o seu coração ou o nosso?
01:17A CIDADE NO BRASIL
01:27A CIDADE NO BRASIL
01:29A CIDADE NO BRASIL
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