00:00A cratera fica no final da rua Carlos Antônio Dias, no Alto da Bondade.
00:06Os moradores contam que a barreira começou a cair aos poucos.
00:10Como nenhuma obra de contenção foi realizada, chegou ao estado em que se encontra hoje.
00:16Infelizmente, a prefeita vem aqui, olha e diz que vai fazer alguma coisa.
00:20E todo ano, todo ano é a mesma coisa, tanto ela como o Lupeça.
00:23Chegaram aqui, olharam e disseram que ia fazer alguma solução e nada.
00:27Continua a barreira caindo, a gente sendo prejudicado.
00:30Os moradores que moravam aqui não recebem auxílio moradia nem nada.
00:34Dizem que ia resolver isso aí e até agora a gente precisa de uma solução e nada. Cadê a prefeita?
00:41Quantas residências foram destruídas depois que a barreira começou a cair?
00:45Onze casas, onze foram embora.
00:48O professor Lupeça esteve aqui e falou que ia fazer um trabalho aqui, trabalho nenhum.
00:54Pelo amor de Deus, nos ajude prefeita. Estamos aqui pedindo socorro.
00:59O medo da população é que uma tragédia aconteça aqui, porque outras casas estão em risco, além desses postes que
01:07estão bem na beirinha.
01:08São sonhos que a gente vê, que a gente conviveu, que está sendo destruído.
01:13Uns já foram e já tem a próxima para ser destruída.
01:16Como se não bastasse o problema da barreira, o restante da rua está desse jeito.
01:20Toda esburacada, alguns canos quebrados, expostos, ocasionando a falta d'água em algumas residências.
01:28A gente está aqui com a comunidade, com os vazamentos de água muito grandes, canos quebrados na rua, água não
01:33chega.
01:34A pessoa responsável por abrir a água para a comunidade, abre dez minutos, fecha.
01:38E quando volta a ligar novamente no final da tarde, dez minutos novamente fecha.
01:42A gente não tem água na comunidade.
01:44A gente não tem água na comunidade.
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