00:00ao explorar, oprimir e dominar o povo português e os trabalhadores.
00:31Em tudo são verdugos mais ou menos, no jardim dos arães os principais, e quando os pais são feitos em
00:40turismos, não matam os tiranos, pedem mais, não matam os tiranos, pedem mais, não matam os tiranos, pedem mais.
00:54Suportam toda a dor na calmaria, da olÃmpica visão dos samurais, pediam dona mais nessa terpia, mas foi lançada Ã
01:05cova dos chacais, mas foi lançada à cova dos chacais, mas foi lançada à cova dos chacais.
01:20No entanto, apesar da repressão nos anos 30, apesar da pide, da censura, da destruição sistemática das organizações operárias e
01:28polÃticas,
01:29em 1941, no inÃcio da Segunda Grande Guerra, quando o custo de vida, a especulação e o mercado negro se
01:34tornaram em novos instrumentos da exploração,
01:36os trabalhadores de São João da Madeira, da Vila Franca de Xira, da Covilhã, de Lisboa, fizeram greves, manifestaram-se
01:42nas ruas.
01:43Em 1943, é criado o MUNAF, o organismo clandestino de unidade das forças antifascistas.
01:49Em 1945, com a derrota do racismo e do fascismo e a vitória da democracia, o salazarismo isola-se e
01:56promete eleições livres,
01:57o afrouxamento da censura, a liberdade da organização.
02:01Surgente ao MUD, porventura, a maior organização de massas, que foi criada em Portugal nos 48 anos de fascismo.
02:08Em 1946, uma coluna militar saÃda do Porto é travada na Mielhada.
02:13Se a movimentação de massas democrática e antifascista caiu sempre num legalismo perigoso,
02:18foi, no entanto, suficientemente forte para obrigar o próprio fascismo a reconhecer os limites do atraso económico, social e cultural
02:24do paÃs.
02:24O MUD, porventura, o MUD, porventura, o MUD, porventura, o MUD!
02:36O MUD, porventura, o MUD, porventura, o MUD, porventura, o MUD.
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