00:05I am what I am. I can't wait anymore. My body will not be more a source of judgment. I
00:13am a star.
00:15Is that even Eva, who ate the fruit of the forbidden fruit,
00:19had to face the critique of every choice we make with our bodies?
00:24A voice sussurrante da insegurança, tão familiar como o vento nas folhas,
00:31perguntando se ela estava suficientemente magra, suficientemente bonita,
00:36perguntando se suas curvas eram aceitáveis ou se ela deveria cobri-las com folhas de figueira
00:42para esconder sua suposta inadequação. Afinal, mesmo no Éden, a serpente insidiosa da pressão estética estava espreita.
00:53Talvez tenha sentido o amargo gosto da culpa por cada mordida, cada suculento pedaço de conhecimento que ela tomou para
01:02si.
01:03Talvez tenha se sentido arrastada para um abraço ambíguo de culpa e desejo, presa entre o desejo por entender o
01:12mundo
01:12e o medo de ser julgada por sua própria busca de sabedoria. Será que hoje, Eva sentiria culpa?
01:21Como seria o corpo dela? Será que, Eva, já não esteve entre nós? Será que, Eva, já não está entre
01:30nós?
01:39Tchau!
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02:43Comer.
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