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Transcrição
00:00A guerra no Oriente completou um mês com impactos indiretos para o setor da tecnologia.
00:07A ameaça agora é de ataques diretos contra big techs na região.
00:13Vamos acompanhar os detalhes agora.
00:19A Guarda Revolucionária do Irã anunciou nesta terça-feira que pretende atacar empresas norte-americanas
00:24com atuação no Oriente Médio, em resposta aos bombardeios atribuídos aos Estados Unidos e a Israel.
00:30O comunicado foi divulgado pela mídia estatal iraniana e detalha possíveis ações a partir desta quarta-feira.
00:36Ao todo, 18 organizações foram listadas como alvos potenciais,
00:40incluindo grandes nomes do setor de tecnologia e indústria.
00:43Entre elas estão gigantes como Microsoft, Google, Apple, Intel, IBM, Meta e Oracle,
00:49além de empresas de outros setores como Tesla, Boeing, NVIDIA, Dell, Cisco e HP.
00:54A justificativa apresentada pelos militares iranianos é a retaliação a ataques que teriam causado a morte de cidadãos do país.
01:02O comunicado ainda afirma que essas organizações seriam consideradas instituições atuantes em operações terroristas
01:07e, por isso, passariam a ser tratadas como alvos legítimos na guerra.
01:12No texto divulgado, a Guarda Revolucionária orienta que funcionários dessas empresas
01:16deixem seus locais de trabalho imediatamente, alegando preocupação com a segurança.
01:21A recomendação também se estende a moradores de áreas próximas,
01:24que deveriam evacuar um raio de até um quilômetro ao redor das instalações citadas.
01:28Lembrando que as Big Techs já têm sofrido direta e indiretamente com o conflito no Oriente Médio.
01:34Data centers da Amazon na região chegaram a suspender as atividades devido a bombardeios.
01:38Além disso, a guerra tem prejudicado a produção de hélio,
01:41um gás essencial para a fabricação de chips semicondutores,
01:45gerando alertas de risco de escassez destes componentes.
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