00:00Em Brasília a gente sempre vai quando tem uma pauta interessante e essa pauta que teve é interessante porque atinge
00:07diretamente o objetivo dela é tentar evitar ou pelo menos amenizar os impactos que vão sofrer, já estão sofrendo, esse
00:16mês mesmo a conta do dia 10 diminuiu já 8,7% em referência ao ano passado, do mesmo período.
00:22Então essa questão dessas mudanças na legislação tributária principalmente, esses incentivos, essas dispensas de arrecadação como do imposto de renda,
00:34ninguém está contra a redução do imposto de renda para quem, a isenção, redução do imposto de renda para ganhar
00:40até 5 mil, isenção e 7.500 redução, mas a gente quer que essa redução não saia da parte do
00:46município, porque é a união que está dando, então é a união que arca com essa parte.
00:51E o maior orçamento é da união.
00:53Exatamente, quando vem para o município já vem a parte mais fraca, que é o mais pouco, como diziam assim,
01:00para o entender melhor.
01:02Aí se vai tirar desse pouco tudo aquilo que o governo concede, fica difícil, se ele reduz o imposto, essa
01:09redução cai tudo na conta do município, não dá.
01:12Então essa agenda principal, a pauta foi essa, tentar reduzir o impacto que essas políticas públicas que estão sendo adotadas
01:20pelo governo federal, cai sobre a parte da arrecadação do município.
01:26Porque se a gente já vem num sofrimento grande, com pouco recurso, principalmente, e a gente frisa sempre isso porque
01:33é a verdade, principalmente um município como o nosso, que depende total e exclusivamente desse repasse, né, da união, das
01:39emendas, do governo do estado.
01:41Então se reduz esse repasse e a gente já está passando sufoco, imagina como é que ele vai fazer, né?
01:48Então se o impacto foi, como o levantamento está lá, foi 270 bilhões a redução para o município, né?
01:58Divido para o município aí, bonito de Santa Fé, vai cair mais de um milhão por ano.
02:04E aí tem impacto direto.
02:06Então se eu já vivo no sufoco, planejando, tirando daqui, botando ali para chegar o ano, fechando as contas e
02:13os índices, imagina se reduzir essa receita, né?
02:19Os pisos, tem 280 pisos para ser votados, foram os que já foram votados lá.
02:24Então, se os pisos, todo mundo merece ganhar bem, todo mundo merece um bom salário, mas se lá em cima
02:32eles só se preocupam em aumentar o piso e não aumenta a nossa receita, como é que nós vamos cumprir
02:36esses pisos?
02:37A conta não fecha, né?
02:39Não, tem decisões do que a gente foi buscar lá, né?
02:42Inclusive eu tenho a felicidade de ser indicado pela FAMUCO, nosso presidente Teórico, eu sempre exalto,
02:47fomos indicados para fazer parte da comissão direta que foi se encontrar com a ministra de Relações, né?
02:52A Gleice Rocha.
02:53Institucionais desse Rocha.
02:55Estivemos lá no Planalto e ouvindo o que foi exposto por Paulo Zicó, né?
03:00Todas as nossas aflições e ouvimos dela que daqui para a marcha, que vai ser em maio,
03:06teríamos retorno de como resolveria-se isso, pelo menos para amenizar esse impacto financeiro
03:11que o município vai sofrer com essas políticas que estão sendo adotadas, tanto de redução
03:15de imposto de renda, outras ações tributárias que vão fazer, esses pisos, então todos esses
03:22impactos, tanto de aumento de despesas como redução de arrecadação, tem que ter estudado
03:28um meio para o município não sofrer, não arcar com essas consequências.
03:32A União tem mais capacidade, né?
03:35O município não aguenta principalmente ficar no município, né?
03:38Como a gente disse, sobrevive totalmente com o bonito de Santa Feira.
03:43O bonito não tem uma indústria, não tem um comércio grande, o bonito tem, vive da
03:46agricultura e da prefeitura.
03:48Ou você é agricultor, pequeno comerciante, ou é funcionário da prefeitura.
03:55Então a arrecadação é ínfima.
03:56Você não tem como fazer praticamente nada com a arrecadação do município.
04:01Aí se diminui o FPM, diminui o ICMS, diminui o ISS que a gente não tem,
04:09a gente busca alguma coisa para bonito, que também, se a transpulsão tivesse passado
04:13lá, é bonito, que era uma saída para a gente, né?
04:16Nem que fosse por três anos, quatro anos, a gente já, onde passa, já é uma contribuição
04:21boa.
04:22Se a gente tivesse um ICMS grande, se a gente tivesse...
04:26Mas não tem, depende totalmente disso.
04:28Então se seduzir, se já estamos no sufoco, vai agravar ainda mais a situação.
04:32Então essa preocupação foi a...
04:34E como sempre a gente, quando vai para Brasília com a pauta, mas sempre aproveita
04:38para pedir.
04:41Fazer outras visitas, né?
04:43Como os gabinetes, as secretarias, os ministérios.
04:46Fomos nos gabinetes de Wilson Santiago, de Efraim, de Daniela, de Hugo Mota e tantos outros
04:55lá, sempre pedindo alguma coisa.
04:57E uma das outras da pauta que a gente botou foi exatamente essa questão da escola de
05:0213 salas, que é uma demanda antiga, antiguíssima, né?
05:04Desde o início da mandato.
05:06E conseguimos sair lá com a certeza da proposta da escola aprovada.
05:10E tivemos que renovar o pedido como se fosse começar tudo de novo.
05:13Já estava tudo pronto.
05:14A burocracia é nada.
05:15Licitaram, ou licitaram não, empenharam um pouco, né?
05:19Quando foi agora alegado que era pouco, não tinha.
05:20Aí fizemos novo pedido, nova proposta, nova documentação atualizada.
05:28Então, foi analisada, foi aprovada a proposta.
05:30Novo projeto, né?
05:31O mesmo projeto com o nome de novo.
05:33Era direto do FMD, era a burocracia do novo parque.
05:36Exatamente.
05:36Mudança de governo.
05:37Aí, graças a Deus, vinha essa proposta.
05:40Conseguimos promessa de várias outras coisas lá que já foram citadas.
05:43Não vou nem citar porque vira promessa, né?
05:44É.
05:45Já promessa.
05:46É marca agrícola, é mais dinheiro para a saúde, mas há muito tempo para chegar.
Comentários