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#economia #videosdafolha #entrevista

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Transcrição
00:00Uma publicação do site Repórter Brasil mostrou uma anulação num caso de responsabilidade solidária
00:06envolvendo a JBS, cujo voto foi do senhor, dizendo que a JBS não podia ser responsabilizada
00:13pelo que a terceirizada fez. Eu queria entender um pouco o que levou o senhor a dar esse voto.
00:20Você imagina a quantidade de fiscalizações, de autuações que as empresas, vai a justiça, o judiciário,
00:31anula. Se eu estou vendo que tem uma nulidade, para que eu vou deixar? Vou gastar a advocacia da União
00:40para o judiciário anular, para eu voltar atrás, para tirar da lista, coisa e tal. Se eu posso tomar a
00:47decisão?
00:48Eu tenho obrigação, eu tenho dever em enxergar, não sou eu, porque não fui eu que fiz análise,
00:56foi o corpo técnico que fez a análise, não fui eu. O ministro avocou, não. O ministro, ele chancelou
01:06a análise do meu jurídico, que disse, olha, tem problema aqui, tem problema aqui, tem problema aqui.
01:11Isso aqui, vai para a decisão, vai ser nulo. Então, nulo eu, nulo eu. Para que eu vou gastar tempo
01:17com isso?
01:18E mais, vou dialogar com essas empresas para, no pacto a ação delas, melhorar essa condição.
01:26Tem uma fragilidade? Tem uma fragilidade. Mas tem uma fragilidade na autuação que o meu auditor fez.
01:33Ele não é perfeito. As pessoas são gente, são seres humanos. Pode errar.
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