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  • há 9 horas
Os italianos Arianna e Giorgio são nadadores artísticos. Ela tem síndrome de Down, ele não.“O esporte me ensinou a sorrir mais e ser mais aberta. Para mim não há nada mais bonito do que o nado artístico”, conta Arianna Sacripante. Ela e Giorgio são um exemplo da inclusão pelo esporte. Embora em geral existam programas inclusivos, ainda são raros os que integram pessoas com e sem deficiência.“Eu nunca tinha trabalhado com alguém com deficiência antes. No início, tinha medo de dizer ou fazer algo errado. Mas o esporte nos conectou desde o início, porque esse é o nosso idioma comum”, destaca Giorgio Minisini.

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Transcrição
00:01Os italianos Ariana e Giorgio são nadadores artísticos.
00:05Ela tem síndrome de Down, ele não.
00:11Ariana e Giorgio são um exemplo da inclusão pelo esporte.
00:20Embora em geral existam programas inclusivos,
00:22ainda são raros os que integram pessoas com e sem deficiência.
00:30Em este âmbito, com a disabilidade.
00:32O timor é de sentir algo errado, de fazer algo errado,
00:36é que a Ariana tem aprendido a conhecer,
00:39tem aprendido a criar um relacionamento pessoal.
00:43A coisa que nos uniu até agora é o fato de que o esporte é um linguagem comum.
00:51Ariana já venceu diversas competições para atletas com síndrome de Down
00:55e Giorgio é tetracampeão mundial de nado artístico.
00:58O sonho da dupla é competir em uma categoria feita para eles.
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