00:01Atualizando o caso da Daiane de Jesus, que foi atropelada em uma boate, em frente a uma boate na rua
00:07Paraná.
00:07Na época foi instaurado o inquérito, o assistente de acusação, o doutor Moacir Ferrari, a doutora Daiane, Kelly Daiane Gal,
00:19fizeram a solicitação que fossem trazidas as imagens, depois de produzir essas provas e mais provas testemunhais,
00:27o inquérito foi concluído e enviado ao Ministério Público e ofereceu a denúncia.
00:32Houve audiência de instrução, produzidas mais provas e ouvidas testemunhas, o juiz, o promotor pediu a pronúncia
00:42e o juiz de Cascavel, da primeira vara criminal de Cascavel, acabou acatando e pronunciando o policial penal por homicídio
00:52doloso.
00:53A defesa do policial entrou com recurso no TJ do Paraná e acabou sendo impronunciado no TJ,
01:03mas o Ministério Público recorreu para o STJ e o STJ entendeu que os desembargadores de Curitiba
01:12analisaram e colocaram opiniões pessoais no processo e não somente analisando aquilo que tinha dentro do processo.
01:19O STJ entendeu que quem é competente para julgar esses casos é o tribunal do júri,
01:28ou seja, as pessoas do povo, jurados, sete jurados, que irão analisar e dizer se a conduta do policial houve
01:37dolo ou não
01:38e que os desembargadores não têm competência para isso.
01:43Portanto, o STJ decidiu que esse caso da Daiane de Jesus de Oliveira tem que ir à júri popular.
01:51Claro que ainda cabe recurso por parte da defesa, mas esse assistente de acusação entende que não há elementos
02:02para que isso seja, que seja reformada essa sentença, essa decisão que leva o policial penal à júri popular.
Comentários