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  • há 22 horas
"Se eu pudesse, eu o despedaçaria com minhas próprias mãos, esse Putin."Halyna Popriadukhina, de 65 anos, está cansada de fugir. Forçada a abandonar sua casa no leste do país três vezes em quatro anos de guerra, ela agora vive na Ucrânia central.Ela trabalha com outras mulheres confeccionando redes de camuflagem para o exército. E espera por notícias do filho, desaparecido na guerra desde novembro de 2023. "Espero pelo meu filho mais do que tudo, mesmo que ele tenha desaparecido em ação há três anos. Não consegui encontrá-lo, mas continuo esperando. Acredito que ele está vivo. Isso me mantém de pé", diz Halyna.

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Transcrição
00:05Essa ucraniana de 65 anos está cansada de fugir.
00:09Forçada a abandonar sua casa no leste do país três vezes em quatro anos de guerra,
00:14ela agora vive na Ucrânia Central.
00:18Ela trabalha com outras mulheres, confeccionando redes de camuflagem para o exército.
00:23E espera por notícias do filho desaparecido na guerra desde novembro de 2023.
00:36As autoridades lideram uma casa a centenas de quilômetros do Dombás, a disputada região onde ela vivia.
00:42Quando os primeiros mísseis russos atingiram a Ucrânia em 24 de fevereiro de 2022,
00:48ela fugiu a contra gosto a pedido do filho, deixando sua casa para trás.
00:52E é hoje um dos quase 4 milhões de deslocados internos na Ucrânia.
01:00Ela disse, se pudesse, eu tinha que fazer com o seu papel.
01:04Ela disse, se pudesse, eu tinha que fazer com o Putebol.
01:07Eu vou dizer, honestamente, eu vou dizer,
01:10o quão ele lhes fazia de pessoas, o quão ele fazia de pessoas,
01:16o quão ele deixou de morrer, o quão ele deixou de morrer,
01:17o quão ele deixou de morrer, sem pais.
01:18Rádos.
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