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  • há 9 horas
Durante entrevista, o oficial explicou como as vítimas podem ingressar no programa, destacou o acompanhamento especializado e defendeu maior comunicação entre as mulheres e a patrulha para prevenir novos casos de violência.

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Transcrição
00:00Nós tivemos essa repercussão desses dois casos, infelizmente,
00:04dois casos de violência contra a mulher.
00:05Qual o alerta que o senhor deixa agora para esses dois homens,
00:10mas, acima de tudo, para a cidade e para a região,
00:13diante desses dois casos?
00:15Não foram dois casos, na realidade foram três casos.
00:18Tivemos um terceiro caso na cidade de Monte Horebe.
00:21Um cidadão lá, ele espancou a sua esposa de forma brutal.
00:26E eu não quero alertar aos acusados, e sim às vítimas,
00:31de que elas ajudem a polícia a elas.
00:33Em que sentido, coronel?
00:36Nós temos hoje aqui em Cajazeiras um trabalho feito de forma brilhante
00:40pela Patrulha Maria da Penha.
00:43E aí, como é que eu posso ingressar nesse programa?
00:45Eu, mulher, vítima de agressão do meu esposo.
00:50São três caminhos.
00:52O próprio juiz determina que isso se faça.
00:57A vítima, esbanjando desejo ao delegado ou à delegada,
01:01ela já solicita esse acompanhamento.
01:04E, se nenhum desses dois funcionar,
01:05a própria vítima pode procurar a casa
01:10que é onde funciona a Patrulha Maria da Penha
01:13e lá ela se cadastrar.
01:16Depois de cadastrada, que estiver no sistema,
01:18ela tem todo o acompanhamento psicológico,
01:21psiquiátrico e de segurança,
01:24mais incisivo.
01:26Como assim, coronel?
01:28Se a mulher é acompanhada pelo programa Maria da Penha,
01:32ela tem um contato direto com a viatura.
01:34Ela evita de ligar para Patos
01:36e Patos despachar uma guarnição.
01:39Quando a viatura atende essa mulher,
01:41ela já sabe o caso dela,
01:42sabe quem é o esposo,
01:44já conhece no tete-a-tete a pessoa,
01:47fica mais fácil a pessoa ser capturada.
01:48O que eu vejo aqui em Cajazeira, Jus,
01:52aí, assim, vejo que tínhamos que melhorar ainda mais
01:55é essa comunicação da vítima com a Patrulha Maria da Penha,
02:01para que esse laço, essa distância se estreite
02:04e o laço fique cada vez mais forte.
02:07Se a vítima, e seja ela de qualquer tipo de agressão que seja,
02:12se prontificar aí a Patrulha Maria da Penha
02:16para solicitar essa escolta,
02:18esse acompanhamento mais incisivo,
02:21daria para evitar muita coisa,
02:24porque fica esse contato direto da patrulha,
02:27são duas guarnições diárias que atendem aqui a cidade,
02:31à vítima.
02:33Se vocês terem ideia,
02:34hoje nós temos dois índices de ocorrência que estão em alta.
02:37Todo dia, quando fechamos o serviço diário,
02:41é Maria da Penha e Poluição Sonora.
02:44A Poluição Sonora, o comando, já tem feito operações constantes
02:47para que a ambiental viesse aqui e conseguisse contornar.
02:52Estamos diminuindo esses índices,
02:54mas a Patrulha Maria da Penha,
02:56para ser empregada,
02:57ela tem que ter esse contato com a vítima,
02:59a vítima tem que demonstrar o interesse em ser atendida por ela.
03:03Eu não posso chegar lá e obrigar a patrulha a ir lá,
03:06mas com o registro, com a pessoa cadastrada,
03:10tem todo o amparo para ajudar ela nesse sentido.
03:15Aí eu fico aqui,
03:16eu deixo as mulheres vítimas de violência
03:18que vão, que procurem a Patrulha Maria da Penha
03:21para que ela os auxilie
03:23e evitem chegar a um ponto como chegou nesse final de semana.
03:26Uma agressão bárbara daquele tipo que ocorreu.
03:29E aí
03:30E aí
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