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  • há 1 dia
A garota Lorrayne morreu, vítima da queda de um pergolado, na área de lazer do lugar. A família falou sobre a criança em seu velório e destacou a irresponsabilidade do condomínio, junto com a esperança de que a justiça seja feita.

Imagens: Gladyston Rodrigues/EM/D.A Press

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Transcrição
00:00O que é a gente?
00:08Eu gostava muito de ajudar.
00:10Eu era muito ajudada, eu queria estar sempre ajudando, sempre ali.
00:16Eu acho que se ela tivesse aqui, se ela tivesse, eu ia tirar o braço.
00:22Eu queria dar uma coisa com o que a gente não fez nada.
00:27E assim, não pode ter impune, não pode ter impunidade, porque tem que se sinta pesado.
00:35Isso é muito para óbito.
00:37Vai ser o meu irmão e mais três crianças.
00:41Isso não pode acontecer.
00:43Então, o condomínio fica com várias famílias, né, que vão lugar de criança.
00:49Então, isso não se repita.
00:51Não é um amigo não, né?
00:53Não sei porquê.
00:54Eu acredito sim que isso.
00:56Eu até tenho saudade, não sei porquê.
00:58Mas quando fui à noite, era assim umas 23 horas, meia-noite.
01:02Ligou para mim, me perdoa, sincero, me perdoa.
01:05Eu não sabia que ali estava com aquelas coisas.
01:09Eu não sabia.
01:10Eu não sei quem vai revelar a justiça, né?
01:15Mas, por falta de competência, machucou o outro menino.
01:22Você compra um apartamento aí, ou aluguel, você paga a cara num condomínio.
01:28Você faz de tudo ali, tem segurança, tem tudo.
01:31Você olha, está tudo.
01:33O aluguel não está sabendo que ali tem quatro polgramos de 25.
01:37O 25 é uma madeira para a juca, eu vi lá.
01:41É pudre, ficada numa terra, sem impermização, sem nada.
01:46E ali é lugar de muita gente, muitas crianças.
01:52Brincar, né?
01:52Eu fui, que aparecia com os meus, que eu estava brincando.
01:55E eu cheguei, eu estava mexendo no meu caminhão.
01:57Eu vi atrás.
01:58E eu cheguei, e a minha menininha foi até o caminhão.
02:01E eu brinquei.
02:03Ficará, né?
02:03A crescer veio catar menos pratinha, né?
02:06Porque eu tinha maneira de chegar no caminhão.
02:07Eles coriam no prédio do andar onde é que eu moro.
02:10E vinha encontrar com um amigo que eu sempre trazia.
02:12Ali é uma coisa, um queijo, um doce.
02:16Uma coisa para isso, uma laranja, uma coisinha.
02:19Você já sabia disso?
02:20Quando isso queria para ir servir.
02:23E ontem eu brincando com ela.
02:25Ela foi pegar minhas patinhas no caminhão.
02:28Eu fui ao rand, até pegando minhas patinhas, né?
02:31Mas ali ela saiu, eu fui almoçar.
02:36Quando eu cheguei em casa, eu parei com o meu menino, que é o Paulo.
02:41O Paulinho, todo sanguentado, o sangue, estava descendo assim nele.
02:46Até os pés dele.
02:47Eu falei, nossa Deusinha, né?
02:49Ele é cabelutinho.
02:50Eu olhei assim, eu vi um fundo na cabeça dele.
02:55Aí, alguém falou, não, a Lohane está desmaiada.
02:59Lá embaixo, eu fui lá.
03:02Eu vi que é tanto de pau, de madeira, que esbaldando tudo e caiu.
03:06Ela já estava no chão, o Tatinho bateu nela com tanta força,
03:09que no joelho dela chegou a afundar o chão.
03:13Aí, me deu aquela coisa de paz.
03:15Eu falei, minha filha já está morta.
03:17Aí, veio a polícia.
03:19Veio a militar, veio o bombeiro, veio o SAMU, né?
03:24Eles tentaram recuperar de tudo, de qualquer jeito.
03:28Mas, não, não tinha jeito.
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