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  • há 8 horas
A principal central sindical da Argentina, a Confederação Geral do Trabalho, convocou nesta segunda-feira (16) uma greve geral no dia em que a Câmara dos Deputados debater a reforma trabalhista do presidente Javier Milei.

A proposta já foi aprovada pelo Senado.

O projeto, que pode ser debatido pelos deputados esta semana ou na próxima, reduz as indenizações por demissão, estende a jornada de trabalho para 12 horas e limita o direito à greve, entre outras medidas.

A confederação que representa os trabalhadores do transporte anunciou que apoia a convocação de greve, que promete paralisar o transporte terrestre, aéreo e fluvial de passageiros.

Os sindicatos filiados à Confederação Geral do Trabalho consideram as mudanças na legislação trabalhista "regressivas" e "inconstitucionais" e prometem contestar a reforma na Justiça caso a lei seja aprovada.

O governo afirma que as mudanças ajudarão a reduzir o emprego informal, que afeta mais de 40% do mercado de trabalho.
Ainda segundo o governo, a reforma ajuda na criação de empregos, ao reduzir a carga tributária sobre os empresários.

Imagens: AFP

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00:00A principal central sindical da Argentina, a Confederação-Geral do Trabalho,
00:05convocou nesta segunda-feira uma greve geral no dia em que a Câmara dos Deputados
00:09debater a reforma trabalhista do presidente Javier Milley.
00:12O projeto, que pode ser debatido pelos deputados esta semana ou na próxima,
00:17reduz as indenizações por demissão, estende a jornada de trabalho para 12 horas
00:21e limita o direito à greve, entre outras medidas.
00:25A Confederação, que representa os trabalhadores do transporte,
00:28anunciou que apoia a convocação de greve, que promete paralisar o transporte terrestre,
00:33aéreo e fluvial de passageiros.
00:35Os sindicatos filiados à Confederação-Geral do Trabalho
00:39consideram as mudanças na legislação trabalhista regressivas e inconstitucionais
00:44e prometem contestar a reforma na Justiça caso a lei seja aprovada.
00:49O governo afirma que as mudanças ajudarão a reduzir o emprego informal,
00:53que afeta mais de 40% do mercado de trabalho.
00:56Ainda segundo o governo, a reforma ajuda na criação de empregos
01:00ao reduzir a carga tributária sobre os empresários.
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