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  • há 4 horas

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Transcrição
00:00Estamos aqui com o Gil Moraes, representante do Samba Baiano.
00:04Quero saber como é que está para você o carnaval sem homenagem ao samba,
00:09o gênero que você defende tanto.
00:11Então, estou aqui nessa luta como sempre, o samba é só a batalha da gente diária,
00:17mas estou muito feliz que a gente esteja realmente olhando para esse lugar.
00:22O samba é a minha casa, é onde eu me sinto bem, é onde eu estou com a minha banda,
00:26é onde todos os meus projetos acontecem.
00:27Então, esse ano foi muito especial ter um trio na avenida no Dia do Samba,
00:32estar em camarotes, estar em espaços em que o samba está sendo finalmente honrado.
00:37Eu acho que se não fosse o samba, a gente nem estava aqui conversando hoje.
00:40Ju, você fez um desabafo muito forte em relação à programação.
00:44Você, como artista da terra, inclusive defendendo a bandeira do samba,
00:48que é um gênero que está sendo homenagem ao Alho,
00:49você acha que deveria ter um pouco mais de olhar para essa galera daqui?
00:53Como é que você está valendo?
00:54Acho que todo mundo concorda com isso.
00:57Isso já é um assunto recorrente todos os anos.
01:00Nós já viemos batendo nessa tecla há muitos anos,
01:03e quem veio antes de mim já batia nessa tecla também.
01:06Eu sou super a favor da modernização dos circuitos,
01:11acho que a gente tem que acompanhar a música popular,
01:13que toca nas ruas, sem dúvida.
01:15Mas, ao mesmo tempo, a gente não pode esquecer
01:17que se você está fazendo homenagem à nossa terra,
01:19se você está fazendo homenagem à Quinta-feira do Samba,
01:22você tem que respeitar quem faz o gênero.
01:24Então, acho que esse olhar de cuidado precisa existir mais afim.
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