00:00O que me chamou mais atenção é que além de não ter tido nenhuma tentativa de reversão
00:07durante todos esses alarmes, o alarme principal, que é o de parada cardiorrespiratória,
00:12que foi o último que soou, o mais importante do ocorrido,
00:17ele soou por quase dois minutos, sem que fosse identificado e sem que fosse iniciada a resultação cardiopulmonar,
00:25para tentar reverter a parada cardiorrespiratória.
00:28Quem notou a parada cardiorrespiratória no monitor foi a cirurgiana.
00:33Ela viu lá a sistolia, o indício de que a paciente estava em parada cardiorrespiratória,
00:38ela identificou que a paciente estava sem anótica, palpou o pulso, viu que não tinha pulso
00:43e anunciou na sala cirúrgica que a paciente estava em parada cardiorrespiratória.
00:50Quem deve fazer isso em uma sala cirúrgica?
00:53A anestesista.
00:53Isso é um papel da anestesista, fazer a monitorização do paciente,
00:58garantir que ela esteja sedada e que ela esteja sem sentir dor e que ela esteja hemodinamicamente estável.
01:05Ou seja, que ela está com o coração, o batimento cardíaco ok,
01:10que ela esteja com a pressão adequada, que ela esteja com a troca de respiratória de gases ok também.
01:17E fato é, após vários minutos de cirurgia e ela sem ter nenhuma troca gasosa,
01:24a anestesista não fez essa identificação de forma que pudesse reverter aquele quadro.
01:29Atenção.
01:30Atenção.
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