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  • 5 minutes ago
Alentejo, Portugal, 1950. Numa região desolada, onde o vento parece falar, onde reina a miséria e a fome sobre os mais | dG1fUl84cTNrZlJ0Znc
Transcript
00:00Májo no Iaco
00:05Májo no Iaco
00:10Májo no Iaco
00:15Májo no Iaco
00:19Ouvi dizer...
00:20que o malandro do Palma
00:22arranjou uma nova maneira
00:24de ganhar dinheiro
00:25Estas coisas têm perigos
00:27Às vezes a guarda...
00:29Você disse tudo
00:30E vou para o contrabando, mira
00:32Sempre ganho o meu palo de sol
00:34Que vai ser guida
00:35Ela vai à vila ter com os homens
00:37Eu não perai a fazer reuniões
00:39Eu vou para o pai
00:40Pelos outros
00:41Também não sabes que os camponeses
00:42andam a tomar alguma coisa
00:44Guardem segredos
00:45sobre isto
00:46Tu falas demais, Palma
00:48A única coisa que tu tens a fazer
00:50é encolir
00:52e calar
00:54Mas afinal o que é que pode
00:55Vocês querem
00:56Olha a sua volta, avó
00:57Será que precisa explicar?
00:59Morreram
01:00As terras mortas
01:03De a paz
01:04De a paz
01:05Não
01:06Os pobres
01:07Nascem pobres
01:08Os ricos
01:09Os ricos
01:10Os pobres
01:12Os pobres
01:13Morrem pobres
01:14Os ricos
01:15ricos, morem ricos.
01:20Ricos, morem ricos.
01:25Ricos, morem ricos.
01:30Ricos, morem ricos.
01:35Ricos, morem ricos.
01:40Ricos, morem ricos.
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