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  • há 2 dias
Ameaça de Trump à Gronelândia empurra Bruxelas para o seu "Artigo 5" económico

Com Washington a ligar abertamente os direitos aduaneiros às exigências geopolíticas sobre a Gronelândia, as capitais da UE estão a considerar um mecanismo nunca utilizado que lhes permitiria ripostar — não como Estados individuais, mas como um mercado único de 450 milhões de consumidores.

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Transcrição
00:00O discurso cada vez mais hostil de Washington sobre a Grunolândia levou algumas capitais
00:05da União Europeia a considerarem o uso de um poder económico relativamente novo e nunca
00:09utilizado.
00:10O ainda não testado instrumento anticoerção, uma lei que entrou em vigor no final de dezembro
00:15de 2023, oferece ao Bloco um mecanismo para uma resposta coletiva, para lidar com países
00:20que restringem o comércio de forma a tentar forçar uma mudança nas políticas europeias.
00:25Isto surge depois de Trump ter prometido assumir o controle da Grunolândia e ameaçarem pôr
00:31tarifas a oito aliados europeus a partir de 1 de fevereiro devido à sua posição em defesa
00:36do território semiautónomo.
00:38De acordo com o presidente dos Estados Unidos, a tarifa subiria para 25% em junho, caso os
00:44países continuassem a resistir.
00:47Em resposta, os ministros das Finanças de Alemanha e França, responsáveis pelas maiores
00:51economias do Bloco, vieram a público dizer que não permitiriam que a chantagem económica
00:55fosse utilizada para os forçar a cumprir as exigências dos Estados Unidos.
01:01Se implementada, a lei europeia, conhecida como bazuca comercial, permitirá ao Bloco
01:05bloquear o acesso à maior parte do mercado único, ignorando os tratados internacionais
01:10existentes.
01:12A retórica crescente de Trump abalou a Europa, com vários líderes a procurarem formas de lidar
01:16com a questão, além dos problemas económicos, muitos alertam para o potencial risco de destruição
01:22da NATO.
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