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Uma nova rodada da pesquisa Genial/Quaest, divulgada nesta quinta-feira (15), aponta que 51% dos brasileiros rejeitam a postura do presidente Lula (PT-SP) em relação à captura de Nicolás Maduro pelos EUA.

Confira o Tempo Real na íntegra em: https://youtube.com/live/45orFIk6MLQ

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Transcrição
00:00Vamos voltar a falar sobre Nicolás Maduro, todo esse esquema que tem acontecido na Venezuela e que segue repercutindo no Brasil.
00:09Sobre esta posição do governo federal que condenou a ação militar dos Estados Unidos, mais da metade dos reentrevistados, em um levantamento recente.
00:20Estão descortando do comportamento do presidente Lula. Para cerca de 37% o comportamento de Lula foi correto.
00:30Cerca de 66% já disseram que o governo federal tem uma posição mais neutra sobre essa situação na Venezuela.
00:39E 18% acreditam que o governo deve apoiar as ações do governo americano, enquanto cerca de 10% ainda prefere se opor aos Estados Unidos.
00:52Mais de 70%, né? O número alto.
00:56Mais de 70% ainda afirmam que esta postura de Lula não interfere na sua escolha de voto nas eleições deste ano.
01:05Já para 17%, esta posição de Lula leva a votar na oposição, enquanto 7% ainda vai insistir continuando votando em Lula.
01:19Esse é um recorte importante de momento sobre esse reflexo, análise dos eleitores, do povo brasileiro sobre a situação da Venezuela.
01:29Vamos ouvir o Renato Dorgan, novamente, 51% dos brasileiros estão rejeitando esta atitude do governo brasileiro,
01:40quando tem uma condenação muito mais sobre o governo americano do que em si a ditadura que se vive na Venezuela.
01:47É importante ressaltar que dias após a invasão, em que o governo fez uma condenação ao governo americano,
01:55tinha o ato do 8 de janeiro, que foi comemorado e feito uma defesa virtuosa sobre a democracia,
02:03mas sem condenar a ditadura na Venezuela, Renato.
02:06Sim, sim. São as... é... é as contradições do atual governo, né?
02:11Ele vive muito essa contradição e aquela grande discussão eleitoral.
02:15Eleitoral, o centro que define as eleições, que são 15% dos eleitores,
02:21sempre quando o Lula se aproxima dessa tendência de defender essas ditaduras ligadas à esquerda,
02:32esse perfil mais ideológico, mais ele se afasta desses eleitores.
02:39Aí que volta sempre a discussão, você vê que é uma coisa ligada à outra,
02:42aí que volta sempre a discussão. Flávio Bolsonaro consegue pegar esse centro?
02:46Não, não consegue. Tarcísio consegue? Consegue.
02:49Daí Tarcísio volta sempre no ideário do eleitoral.
02:52Talvez fosse interessante ter um candidato mais centralizado.
02:57Ele erra, sem dúvida nenhuma, e o eleitor brasileiro, ele não quer posicionamento do Brasil mais ideológico.
03:04A maioria do eleitor, existe um cansaço disso.
03:07A polarização, ela fica reduzida a 20% de eleitores da direita e 10% a 15% de esquerda.
03:14O resto ali, você está falando ali de mais de 60%, 65% dos eleitores, ele não suporta mais essa discussão.
03:22Então, quando ele fica de um lado ali, condena o governo americano por fazer isso abertamente,
03:29o eleitor não gosta.
03:29Senão, ao mesmo tempo, não é que o eleitor está a favor da atitude americana de invadir a Venezuela ali
03:35e sequestrar ali o ditador, o Maduro, com a desculpa da democracia,
03:42mas a gente sabe que a questão é do petróleo.
03:44Não que seja isso que o eleitor queira.
03:46O eleitor quer que o Brasil se mantenha neutro.
03:50É como o eleitor também não quer que o Brasil fique do lado da China dos Estados Unidos.
03:55Ele quer que o Brasil continue comercializando com os dois e vivendo em paz com todo mundo.
04:00Esse é o normal da maioria do eleitor brasileiro.
04:03Não é que o eleitor é de centro, de um centro ideológico, de uma social-democracia em si.
04:08Não é isso.
04:10Mas o eleitor brasileiro está muito cansado do que acontece no país desde 2014, 15,
04:16que começou essa polarização e que culminou ali em 22.
04:20A partir de 24, 2024, você percebe que existe já uma tentativa de parte desse eleitor de fugir um pouco disso.
04:29E daí o Lula, quando faz isso, ele erra.
04:30Ele erra profundamente, sem dúvida nenhuma.
04:33Esse posicionamento é fusivo de um dos lados.
04:35E, Dorgan, você acredita que ele pode, essa rejeição que está se criando,
04:40pode prejudicar essa reeleição que, para ele, eles comemoraram ter Flávio Bolsonaro como principal opositor?
04:47Mas me parece que agora o negócio não é bem esse, né?
04:49Não, sem dúvida nenhuma.
04:50O Flávio, você está correta, o Flávio polariza para o outro lado.
04:55Então, aí existe uma defesa intensa dos Estados Unidos, defesa intensa da direita mais extremada.
05:03Então, assim, aí ele polariza e, sim, o Lula tem uma condição muito maior de vitória, sem dúvida nenhuma.
05:09Porque esse centro, 15%, que define a eleição, aí pode medir as coisas e fica um pouco mais com uma tendência
05:16de um governo um pouco mais democrata, talvez.
05:19Não que o governo do Flávio não seria democrata, ao contrário.
05:23Eu acho que seguiria a democracia do mesmo jeito.
05:25Mas ali o que se fala é muito mais importante.
05:28Mas com um candidato mais centralizado, por isso que o Tarcísio vai estar na discussão até véspera da eleição.
05:35Vocês colocaram isso aqui muito bem.
05:36Porque ali vai estar sempre esse eleitor ali.
05:40Quando você faz uma pesquisa, quando está em momentos de polarização, em momentos de discussões ideológicas efervescentes,
05:46como foi o fim do ano e o começo desse, você vê que o Tarcísio já se descolou um pouco na última pesquisa da Quest.
05:52Então, é isso que vai acontecer com o Lula até ali.
05:55Até se definir.
05:56Ele comemora porque o Flávio é a chance dele de disputar a polarização como ele disputou com o Bolsonaro.
06:01Ele vence a eleição de 22 do Bolsonaro no exercício da presidência.
06:05Então, para ele, é muito melhor disputar com o Flávio do que disputar com o eleitor mais centralizado.
06:13Não tenho dúvida nenhuma.
06:15Então, na sua opinião, Tarcísio teria mais chance, né?
06:19Mais chance. Sem dúvida nenhuma.
06:20Mas não tenho nenhuma dúvida disso.
06:22Teria muita chance.
06:23E teria a chance de ser o candidato natural de grande parte da política convencional de centro, centro-direita e de direita também.
06:31Deixaria muito à vontade ali e até teria um recuo muito maior de alguns candidatos, como Caiado, Zema, Ratinho.
06:40Um apoio político maior.
06:41Seria mais natural, parece.
06:43Parece que é o espírito do momento aquele.
06:45É que, às vezes, não é o candidato do momento.
06:48Às vezes, aquela contingência política não leva aquilo.
06:51Mas eu acho que agora, no começo do ano, vai voltar essa discussão.
06:54Vai voltar com toda a força, sim.
06:57Obrigada, Vildor.
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