00:00A gente sabe que todo tem um ciclo, todos os esportes, todo lugar e momento que você está e eu enxergo muito que a natação está nessa transição, ela está numa transição que a gente precisa, eu tive uma época que as pessoas que eu era ídola, ainda sou, que por sinal já informei as três mães que eu tenho da natação que me ensinaram muito, Fabiola, Flávia e Tati Lemes,
00:28todas representam a natação feminina, eu vim dessa época, eu peguei um pouquinho o restinho dessa época, onde a gente tinha muitos exemplos e a gente valorizava, a gente respeitava e eram tratadas de outra maneira a questão do passar o bastão, então eu acredito que a natação hoje ela teve uma mudança muito rápida durante cinco anos, alguns saíram, outros ainda não chegaram a nível que eram os anteriores,
00:57então essa transição ela também precisa de um apoio estrutural e um apoio também técnico e de atletas, não é necessariamente só os atletas para fazer essa mudança, então acho que vem muito das instituições, das confederações de traçar um plano, né, do próprio COBE, de traçar um plano dessa mudança, dessa transição, que não acontece só na natação, acontece em outros esportes, né,
01:27e como eu acredito que isso pode ser mexido com atletas pivores para trazer essa identificação do que é a natação, né, eu acredito que para mim essa volta vai ser importante, que as instituições e confederações me usem de uma forma saudável para que a gente consiga alavancar cada vez mais a natação, não só disso, mas de orientação dos atletas,
01:57é só resultado, né, é outras coisas que o atleta fala, outras linguagens, e a natação precisa de um pouco mais disso, sabe, precisa ser utilizado mais em canais, em tudo, porque ela está rica, a gente tem hoje vários nomes, a própria Lohane que está ali na frente, o próprio Caribe, vários outros atletas que estão ali, mas precisam ser mais utilizados para que a gente consiga aparecer mais e trazer mais atletas, né, querendo nadar, querendo competir.
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