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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem sido aconselhado por seu entorno a evitar novas declarações que possam ser interpretadas como apoio a Nicolás Maduro após a nota publicada no dia da captura do ex-ditador venezuelano em uma operação militar dos Estados Unidos.

Imagens: CanalGov e AFP

https://www.em.com.br/politica/platobr/2026/01/7326090-lula-e-aconselhado-a-deixar-tema-venezuela-com-a-diplomacia-para-nao-se-expor.html

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#ataque #trump #venezuela

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Transcrição
00:00O presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem sido aconselhado para evitar novas declarações
00:05que possam ser interpretadas como apoio a Nicolás Maduro,
00:08após a nota publicada no dia da captura do presidente da Venezuela,
00:12em uma operação militar dos Estados Unidos.
00:15A preocupação tem duas frentes.
00:17De um lado, internamente evitar desgaste na popularidade de Lula,
00:21com um assunto polêmico e de fácil exploração pela oposição.
00:25De outro, não criar novas rusgas com Donald Trump, presidente dos Estados Unidos,
00:29neste momento que, depois da crise do tarifácio e das sanções a autoridades brasileiras,
00:34avança o processo de aproximação entre os dois.
00:38Se a orientação será seguida ou vai dar certo, ainda é difícil avaliar,
00:42dado o conhecido hábito do presidente de improvisar em discursos ou declarações à imprensa.
00:48A estratégia da reação do governo tem sido definida, em especial pelos ministros Sidônio Palmeira,
00:54da Comunicação Social, e Mauro Vieira, das Relações Exteriores.
00:58O plano traçado até agora prevê que as manifestações do governo devem se concentrar no campo diplomático,
01:03sem ataques direto aos Estados Unidos ou a Trump.
01:06Essa estratégia já estava refletida, em certa medida, na nota oficial publicada por Lula,
01:11no último sábado, dia da ofensiva americana na Venezuela.
01:16Embora duro, classificando a ação como, abre aspas,
01:18inaceitável, afronta gravíssima e precedente perigoso, fecha aspas,
01:24o texto evitou citar Trump e Maduro nominalmente.
01:27A mesma linha foi defendida pelo Brasil na discussão que resultou em uma manifestação conjunta
01:32com México, Chile, Colômbia, Uruguai e Espanha, divulgado no domingo.
01:37Abre aspas, expressamos nossa profunda preocupação e rechaço diante das ações militares executadas
01:43unilateralmente no território da Venezuela, as quais contrariam princípios fundamentais
01:48do direito internacional, em particular a proibição do uso e da ameaça da força,
01:53o respeito à soberania e à integridade territorial dos Estados, consagrados na Carta das Nações Unidas.
01:59Fecha aspas, dizia a versão final da nota.
02:01O chanceler Mauro Vieira, que antecipou o retorno das férias em razão ao ataque à Venezuela,
02:07participou neste domingo de uma reunião de ministros de relações exteriores
02:10da comunidade de estados latino-americanos e caribenhos.
02:14O encontro terminou sem um consenso sobre a ofensiva e, por isso,
02:19não houve uma posição única dos 33 países-membros.
02:23Está prevista para esta segunda uma reunião do Conselho de Segurança da ONU
02:27para tratar dos ataques dos Estados Unidos à Venezuela e da captura de Maduro.
02:31Os pontos centrais da nota, de Lula, guiarão a posição do Brasil.
02:35O país participará como convidado, já que não tem assento neste momento no Conselho de Segurança.
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