00:00Começou a temporada de lixia, hein? Fruta que faz um sucesso danado nas festas de fim de ano, né?
00:06Em algumas propriedades, o turista pode colher a fruta e consumir ali mesmo no meio do pomar.
00:12Ah, só podia ser. A Renata Afonso foi lá e vai trazer as informações pra gente.
00:17Todos os anos, o Parque Maeda, em Itu, no interior de São Paulo, organiza o turismo rural
00:22para que os visitantes possam colher a lixia.
00:25O administrador do parque diz que a ideia de criar um pomar desta fruta foi do pai dele
00:30para que as pessoas tivessem a experiência de conhecer a lixia.
00:34E como meu pai é proprietário da fazenda e ele sempre gostou de lixia,
00:38teve essa ideia de ter um passeio de fruta com que os clientes pudessem vir visitar o parque
00:46e comer uma fruta o mais fresco diretamente do pé.
00:50E a lixia, querendo ou não, é a fruta mais exótica, né?
00:54Então, a gente tem que criar uma experiência diferente.
00:58A gente procura sempre fazer com que o cliente, o visitante, ele tenha uma experiência de turismo rural, né?
01:05Então, ele poder colher a fruta no pé, ele conhecer como é que é o pé, essa planta, né?
01:12Então, a gente fala que ele colhe o mais fresco possível, né?
01:16E come direto do pé.
01:17O parque tem mil pés de lixia e, este ano, os visitantes terão muita fruta para colher.
01:24Segundo o agrônomo do parque, o clima favoreceu a safra, que deve chegar a 50 toneladas,
01:29mais que o dobro da anterior.
01:31O parque cobra 30 reais pela colheita da lixia.
01:54O consumo é liberado no pomar, mas se o visitante quiser, também dá para levar para casa.
01:59Aí, quem quiser colher também, né?
02:02Que tem muita gente que quer levar para casa, né?
02:03Lembrança também, presente para parente.
02:06A gente cobra 25 reais o quilo, tá?
02:11Então, a gente também dá um saco para a pessoa, para quem quiser colher.
02:15Ela pode colher à vontade.
02:16No final do passeio do percurso, a gente tem uma balança, eles pesam e pagam na saída.
02:21Transcrição e Legendas www.interc
02:29Legendas por Quintena Coelho