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José Maria Trindade conta os bastidores da política em Brasília após a operação que investiga deputados do PL. O comentarista detalha a repercussão das buscas contra Sóstenes Cavalcante (PL) e Carlos Jordy (PL).

Assista à íntegra: https://youtube.com/live/CfgGc8h2TAM

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Transcrição
00:00Ele imediatamente renunciaria, não para se considerar culpado, mas para liberar a investigação e liberar o partido dessa pecha, né?
00:10Qualquer lugar do mundo.
00:12Mas é que o parlamentar e todos os ocupantes de cargos públicos é cultural.
00:18Acham que é dele, o mandato é dele, direito pessoal.
00:22Assim como a liderança ele conquistou, é dele, é como se fosse uma prorrogação dele, né?
00:28Não é assim. Seria o correto, o deputado Sostnes até aqui foi muito correto, é uma pessoa muito atenciosa, me dá retorno imediato.
00:37Ontem mesmo ele retornou para conversar comigo, ontem à noite, retorno, já tinha saído, voltou, é muito atencioso, muito trabalhador, ia ficar aqui até, vai ficar aqui até o dia 24 trabalhando, mas é cultural.
00:53Então, no Brasil não tem esse hábito que eu gostaria.
00:57Houve qualquer dúvida, se afasta para proteger o partido, né?
01:01Deixa a vontade de investigação e vai acontecer.
01:05Isso não é uma denúncia de jornal, não é uma denúncia de adversários.
01:10Isso é a Polícia Federal que já tem dados e pediu autorização ao Supremo para fazer a operação.
01:17Não é o Supremo que determinou a operação.
01:20A Polícia Federal é que pediu, o Ministério Público leu o processo e autorizou a operação e fez um parecer favorável, né?
01:32E aí o ministro Flávio Dino pegou e aceitou.
01:36Então, esse é o caminho.
01:38400 mil reais em dinheiro, ora, eu acho inexplicável.
01:44Eu não me lembro nem de ter visto isso na minha vida inteira, 400 mil reais em dinheiro vivo.
01:51Hoje eu não tenho 10 reais no bolso, ninguém tem 10, 20 reais no bolso.
01:56Então, o dinheiro vivo é muito complexo.
01:58Hoje, quando você senta no restaurante, e aqui em Brasília isso é muito comum,
02:02e a conta é dali 300 reais, que a pessoa tira três notas de 100, o garçom olha de lado, né?
02:10Estou falando de uma conta de barra.
02:12Agora, imagina um imóvel difícil, perigoso, e para um político receber esse dinheiro é mais perigoso ainda, né?
02:22Ainda que declarado.
02:23Se você for olhar na declaração do imposto de todos os políticos,
02:28inclusive a ex-presidente Dilma fez isso, está lá.
02:31Tenho 300 mil, tenho 400 mil em dinheiro vivo.
02:37Está lá na declaração.
02:38Por quê?
02:39É uma defesa, o que eles consideram, chamam de vacina.
02:42Tipo, se pegar com o dinheiro, fala aqui, ó, está na minha declaração de imposto de...
02:46Mesmo que não tenha naquele momento, no futuro, pode ser pego com dinheiro vivo.
02:52Mas é inexplicável.
02:53Agora, isso aí é uma coisa que é nojenta, que todo mundo sabe que acontece na Câmara,
02:59e ninguém faz nada, porque todo mundo, de uma maneira ou de outra, usa isso.
03:04Como é que funciona?
03:05O parlamentar tem um salário dele, né?
03:08Que é de 49 mil reais.
03:10Aí tá, é o salário dele.
03:12É, para muita gente, isso pode parecer muito, mas não é.
03:16Para um parlamentar que tem muitas atividades, que viaja e tal e tal, isso não é muito dinheiro.
03:22E aí tem a cota de contratar funcionários, né?
03:27E aí é cento e poucos mil reais, cento e trinta mil reais.
03:32Aí ele pode contratar por salários altos ali de vinte mil ou de dois mil.
03:38Aí ele pode, às vezes, usa, contrata por vinte, né?
03:42E pega dez em dinheiro vivo.
03:45E dez fica com o assessor contratado.
03:48E tem essa cota do exercício parlamentar, né?
03:52Que é perto de oitenta mil reais, que ele pode alugar carro, alugar casa,
03:56pode contratar assessoria jurídica.
03:59Aí ele movimenta isso como se fosse cota dele.
04:03É isso que acontece na Câmara dos Deputados.
04:06A história é dizer, e os outros?
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