00:00Desde 2023, nós temos uma legislação paraense sobre o descarte dos medicamentos.
00:08E no Brasil ainda não existe uma lei específica para isso.
00:11Nós do Pará fomos pioneiros e em todas as drogarias dentro do Estado
00:17precisa ter um descartômetro, que é este recipiente,
00:23para que a população possa fazer o descarte correto dos medicamentos,
00:28tanto vencidos quanto os que não fazem mais uso.
00:32Por exemplo, antibióticos, às vezes são dispensados com uma quantidade um pouquinho a mais
00:38e a porfobia o paciente não pode utilizar, tem que fazer de acordo com o que o médico prescreveu.
00:44E às vezes eles ficam, ah, e o que eu vou fazer com o restante?
00:47Descarta.
00:47Pode trazer para a gente que a gente vai fazer o descarte de forma correta.
00:52E aí esses produtos que são descartados nós vamos mandar para incineração
00:56para que eles não possam contaminar o meio ambiente.
00:59E hoje a população está mais consciente.
01:02A gente vem fazendo campanhas ao longo dos anos para que a população traga seus medicamentos,
01:09para que a gente possa fazer esse descarte.
01:11Antigamente a gente falava para levarem também nos postos de saúde,
01:14que eles também podem estar coletando.
01:17Mas o que não pode acontecer é descartar milídeos comuns,
01:21porque se pode ficar até como um crime ambiental
01:24e a gente vai estar contaminando também o meio ambiente.
01:28Essa prática começou, eu acho que tinha mais ou menos uns seis anos.
01:32Eu ainda trabalhava em drogaria na época,
01:34quando eu cheguei ao agente marco,
01:36para que eu estivesse em montanagem do Rio Azul,
01:38descarte-se feito em drogarias.
01:40Então a gente começou fazendo primeiro a conscientização dos consumidores,
01:44na época, porque eu estava em drogaria.
01:46E mesmo após não estar mais na parte da drogaria,
01:50a gente ainda faz a conscientização com os pacientes.
01:53Isso é bem alto dentro do hospital.
01:55Então quando a gente faz a autoinformação de todo paciente,
01:58que a gente dispensa medicamento,
02:00orienta ele na conta dos medicamentos,
02:02a gente sempre alerta a educadora do Ministério do Hospital de Conégua,
02:06devido ao risco de se deixar o medicamento,
02:08ou a amostra, ou qualquer lugar.
02:10Enquanto consumidora, a importância está prevenida
02:14para que outras pessoas tenham acesso ao medicamento
02:17e façam o medicamento adequado.
02:19A gente via bastante, na época,
02:21que a gente estava em drogaria,
02:23que era descartabilidade comum,
02:25e às vezes, um gravador, um gravador de rua,
02:28ia lá, mexia na sacola,
02:30e acabava pegando aquele medicamento,
02:32e fazia com o que às vezes vencido, avariado,
02:34com o mal, já,
02:37e a gente confia com o braque de paciente.
02:39E a extensão também do meio ambiente,
02:41a gente diminui a possibilidade de poluição,
02:43nos locais, rios, córregos,
02:46então é uma importância muito grande,
02:48muito válida essa extensão,
02:51descartar o local correto,
02:53e às vezes, fazem o descarto correto,
02:55medicamento, precisa ser incinerado,
02:57não pode ser jogado de qualquer forma no meio ambiente.
03:00Já tenho um bom tempo, desde criança que a minha filha tem dermatite,
03:05então, um pouco, muitos produtos, como você pode ver.
03:08Então, não tem como descartar na rua, em qualquer lugar.
03:11Até em casa mesmo, sobre latinhas,
03:13essas coisas, sempre tive essa população
03:15de fazer o descarte direitinho, legal.
03:17Com certeza, manter o ambiente além de onde mora o limpo,
03:22e não fazer a poluição do meio ambiente,
03:26a gente precisa da terra,
03:29e que para a próxima geração,
03:31a gente possa deixar esse legado para eles.
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