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  • há 4 meses

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Transcrição
00:00A cena de violência foi testemunhada por acompanhantes e pacientes do Hospital Infantil Helena Moura, no bairro da Tamarineira, no Recife.
00:08As testemunhas contam que o homem armado chegou de bicicleta e foi direto na recepção ameaçar o porteiro, que fica na vigilância do setor.
00:16Entrou dentro da unidade, sacou a arma, apontou para a cabeça do vigilante e disse que não mataria ele porque tinha criança.
00:23Eu estou aqui desde segunda-feira, não vi nenhum policiamento.
00:26O motivo do desentendimento teria sido pela proibição de que ambulantes entrem no espaço do hospital.
00:32Mas a denúncia é de que falta segurança aqui na área.
00:36Depois do episódio, guardas municipais ficaram de prontidão.
00:39A questão é que a gente fica aqui desvulnerável, não tem arma, não tem suporte.
00:44A Secretaria de Saúde do Recife informou por meio de nota que no episódio não houve depredação ao patrimônio e que a agressão não foi consumada.
00:54Ainda por meio de nota, a Secretaria disse que o atendimento no hospital seguiu normalmente, sem nenhum prejuízo para os pacientes.
01:04Mas o que as mães das crianças contam é que a situação lá dentro está difícil.
01:08Além de problemas de estrutura, como inadequação dos banheiros, a água por vezes chega suja, amarelada.
01:15Só que o problema maior tem sido a insistência de alguns profissionais para liberar crianças para casa, mesmo com a necessidade de internação.
01:23A filha de Crisleine tem seis anos e deu entrada na unidade na última segunda-feira, depois de um dia inteiro de espera.
01:31A mãe conta que os sintomas eram vômito e febre alta.
01:35O primeiro médico que fez o atendimento liberou a menina para casa, mesmo com sinais de bactéria no sangue.
01:41Foi uma aflição. Eu disse, não aceito o seu diagnóstico. Eu quero o atendimento de outra médica.
01:47Aí ele disse, não, não tem como. Se você não aceitar o diagnóstico, vai para outro canto.
01:51Eu disse, eu só saio daqui. Quando outra médica vir, não vou para casa com minha filha com febre.
01:56Ela estava com 38. Após que ele mandou, eu ia embora com minha filha.
02:00A minha filha vomitou. E fora outras mães que ele deu alta, até uma criança com desnutrição severa e a outra vomitando.
02:06E a mãe foi embora.
02:07A filha de Elisa tem quatro anos e está com pneumonia.
02:11Mesmo assim, teria sido liberada para casa. A mãe não aceitou.
02:15A médica disse, mãe, você pode tratar em casa. Eu falei, hã? Em casa?
02:21Como é que eu vou tratar um caso de pneumonia em casa com minha filha?
02:24Se aqui não tem uma estrutura, pelo menos encaminhe para outro hospital, né? De porte maior, né?
02:30Porque aqui está um caos.
02:32Como é que fica teu coração, mãe?
02:34Nossa, partido. Porque eu estou vendo ali os casos de outras crianças que é bem mais elevado do que a minha filha.
02:42E a gente, que é mãe, a gente fica com o coração partido.
02:45Mulher.
02:46Mulher.
02:47A gente, eu tô vendo que vai ser uma dealing...
02:48A gente, eu tô vendo, né?
02:51Da amigos, eu tô vendo aqui.
02:55Aliás, eu tô vendo aí próximo!
03:01Fui em casa.
03:03Jus cruz.
03:04Você sempre é que vai ser que o mano-lo saiba?
03:05Jus cruz.
03:05Tio.
03:05CooL Moine, bom.
03:05Tio.
03:08Mular, cã?
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