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O treinador da seleção masculina de vôlei, Bernardinho, chorou durante a partida contra a Sérvia pelo Mundial nas Filipinas. Cabisbaixo e visivelmente desconsolado, o técnico havia recebido a triste notícia da morte da mãe, Dona Maria Ângela, aos 90 anos.A causa da morte não foi revelada. A psicóloga Cíntia Castro analisa a situação.
Comentaristas: Mano Ferreira, Priscila Silveira, Maria D’Carli, Cíntia Castro e Guilherme Suguimori
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NotíciasTranscrição
00:00E pessoal, de um momento muito, muito difícil que muitos de nós presenciamos ontem, né?
00:05Até porque o icônico, incomparável treinador da seleção masculina de vôlei Bernardinho chorou
00:10durante a partida contra a Sérvia pelo Mundial de Vôlei ontem que vem acontecendo nas Filipinas, tá?
00:18Notou-se ali o aspecto meio cabisbaixo e desconsolado que ele estava apresentando.
00:23Isso tudo foi revelado depois que o técnico tinha recebido a devastadora notícia da morte da própria mãe,
00:31a dona Maria Ângela, aos 90 anos.
00:34A causa da morte, claro, que fique pontuada aqui, que não foi revelada.
00:38Mas eu vou acionando aqui a nossa amiga colunista do Morning Show, sempre presente,
00:41a psicanalista Cíntia Castro, que se junta aqui em nós novamente.
00:45Beleza, querida? Prazer em revê-lo.
00:46Prazer sempre.
00:47Só o microfone pera-te, por favor.
00:49Agora, é possível ser forte o tempo todo e também fica aquela pergunta, né?
00:55Como é difícil, principalmente pros homens, de vez em quando, não poder demonstrar fragilidade.
01:00No caso do Bernardinho, beirava o impossível porque é, com certeza, das piores notícias que qualquer ser humano pode receber.
01:06Na verdade, você não precisa ser forte o tempo inteiro, né?
01:09Você tem que respeitar o seu sentimento.
01:12Só que naquele momento era o que ele tinha.
01:13Mas ele se manteve na quadra, resistiu e foi até o fim, apesar da derrota, né?
01:18Ele, enfim, deu o exemplo.
01:21É, ele pegou a dor e transformou em amor.
01:23Amor por aquilo que ele faz.
01:25Então, naquele momento, estar ali com todas as pessoas, através do abraço, né?
01:29Até do capitão.
01:30E todo aquele momento que você percebia que alguma coisa ele dizia, ó, tá tudo bem.
01:33E ele falava, não, tá tudo bem, eu vou ficar.
01:35Então, todo mundo acolheu a dor dele.
01:37E isso é importante.
01:38Perder uma mãe, perder um pai, um pai.
01:40Ainda mais não estar no momento de você dizer o seu último adeus, é algo insuportável.
01:45Porque o ser humano precisa desse momento.
01:47Onde ele vai lá e tem esse contexto de dizer, né?
01:50Materializa aquilo que está acontecendo.
01:52E aí, no momento certo, ele vai ter o recolhimento dele.
01:54As imagens do choro são fortíssimas.
01:56Imagina, você ter que estar do outro lado do mundo e nem ter a oportunidade de se despedir da própria mãe.
02:01A gente, acho que ninguém aqui deseja isso nem para o pior inimigo, né?
02:04Mano.
02:05É, e eu acho que isso gera uma questão sobre o quanto, até que ponto é saudável ou não,
02:13essa ideia de enfrentar o luto trabalhando.
02:18Porque, na prática, foi isso que o Bernardinho fez, né?
02:21Teve a notícia, ele se manteve trabalhando.
02:24Tem um gesto que, por um lado, é bonito, mas, por outro lado,
02:28até que ponto a gente não está romantizando um excesso de trabalho
02:34que não permite que a pessoa tenha um momento natural do luto
02:39e possa vivenciar sua emoção de uma forma, enfim, mais intensa.
02:45Realmente, permitir viver o luto sem ter o trabalho distraindo do sofrimento.
02:53É, na verdade, ele vai viver o luto, né?
02:55Só que no momento certo.
02:57No momento que ele estiver recolhido com os seus familiares ou até quietinho ali,
03:01para poder sentir, para poder agradecer.
03:03Muitas vezes, as pessoas se apegam ao trabalho ou àquilo que elas vivem naquele momento
03:07como é a força que ele tem, que foi o que ele fez.
03:10Ficar, de repente, no quarto, porque ele não conseguiria pegar um avião naquele momento
03:13para estar presente num momento que é muito importante e simbólico,
03:18que seria a despedida de uma mãe,
03:20para ele, naquele momento, ele não substituiu,
03:22mas ele usou aquilo como uma força
03:23do que simplesmente ficar num quarto, de repente, chorando
03:27e ele pegou aquilo.
03:28Eu vou, nesse momento, ter força, mas para poder estar bem
03:31para quando chegar a hora do luto, na hora que eu voltar,
03:33na hora que a solidão vier, na hora que eu entrar naquela casa
03:36e não tiver mais aquela pessoa.
03:38E aí, sim, ele vai viver o luto dele,
03:40que é necessário viver as cinco fases, né?
03:42E isso não é assim, olha, eu vou lá, aconteceu,
03:45participo de um velório e estou vivendo o meu luto.
03:47Ele vai entrar.
03:48Tem muita coisa que eu vou viver ainda, né?
03:50E também não tem uma fórmula mágica, né?
03:51Cada pessoa tem um jeito de vivenciar o luto
03:54e tem que ser respeitado.
03:55Engraçado, você mencionou as cinco fases do luto,
03:57fiquei curiosa para você poder dar uma...
04:00Uma recapitulada, né?
04:01Porque em algum momento, alguém já teve que lidar com isso.
04:04Sim, primeiro a gente nega.
04:05Não, isso não é possível.
04:07Como isso, né?
04:08Depois a gente vai lá e começa a falar,
04:11não, espera aí, mas tem tanta gente ruim.
04:13Por que que levou fulano e não ciclano?
04:15Por que com a minha mãe e não com o outro?
04:17Depois vem uma falsa aceitação.
04:19Poxa, eu estava sofrendo, já tinha certa idade.
04:22Aí vem uma depressãozinha chatinha.
04:24Aí vem a dor de fato.
04:26E aí sim, vem a verdadeira recuperação.
04:28Isso pode demorar até dois anos.
04:29Ah, eu ia perguntar o prazo.
04:31Não tem um prazo certo, né?
04:32Como o Mano falou, isso é muito singular.
04:34A dor é singular.
04:35Então, não é aquela coisa, ninguém vai passar fácil.
04:38As pessoas se adaptam, mas você não é fácil
04:40você olhar para aquilo e não ter ausência.
04:42Vão vir as cobranças, e se eu estivesse presente,
04:44se eu tivesse falado mais,
04:45se eu tivesse me declarado mais.
04:47Muitas pessoas se cobram nessa hora.
04:50Por isso que o simbolismo do velório é importante.
04:53Porque é uma conscientização de uma outra parte.
04:55Coisa que ele não vai vivenciar.
04:57E isso daí pode fazer ele ser mais difícil ainda
05:00para ele aceitar, porque vem a culpa.
05:02Poxa, não estava no último momento da minha mãe.
05:05Eu não tive o último olhar.
05:06Eu não pude dar o último beijo.
05:08E muitas vezes isso daí,
05:09vem outras coisas mais que acarretam.
05:12E o medo de, de repente, de estar num ambiente
05:14onde alguém está ali sofrendo algo.
05:17Poxa, eu tenho que viajar, eu tenho que me ausentar.
05:19Mas será que agora, será que a pessoa vai falecer
05:21e eu não vou estar?
05:22Será que eu estou faltando?
05:23Será que a pessoa sentiu a minha falta?
05:25O auto-julgamento.
05:27Pois é, é doloroso.
05:27Muitas pessoas, elas negam a vivenciar o luto.
05:30Não querem aceitar, não querem aceitar.
05:32É importante isso que você diz.
05:34E a gente se enche de trabalho para esquecer.
05:36Isso para negar e é pior,
05:37porque acaba virando uma bola de neve
05:39e que lá na frente estoura e vai estourar.
05:42Vai estourar.
05:43É menor, não dá nem para cobrar
05:45pela derrota de 3 a 0,
05:46muito pelo contrário,
05:47porque a gente ouve dos maiores astros
05:50da história do esporte,
05:52que muito além do preparo técnico
05:54e da disposição física,
05:55o fator confiança e o mental
05:57eu diria que é o principal
05:59para você exercer de forma competente
06:03qualquer atividade esportiva.
06:04De qualquer forma,
06:05ficou nítido que isso acabou contaminando,
06:07contagiando, melhor dizendo,
06:08ali o ambiente e não poderia ser diferente.
06:10E a gente tem uma baita dívida
06:11com o Bernardinho,
06:12que é um ídolo para todos nós.
06:14Eu respeito demais qualquer um
06:15que tenha tamanha longevidade
06:16no que ele se propõe a fazer.
06:18Mas também a gente não pode esquecer
06:20que de certo modo
06:21ele mostra uma homenagem
06:22para ela também, né?
06:23De dizer, olha mãe,
06:24por mais que eu não estou aí,
06:25estou aqui,
06:25o homem que você fez,
06:27comprometido, responsável.
06:29Então ele traz isso
06:30como uma homenagem para ela também,
06:32que a gente também não pode.
06:33Porque a gente quando fala luto,
06:34a gente só fala da dor,
06:35mas o luto também
06:35é uma demonstração do amor.
06:37Quanto mais você sofre,
06:39mais valeu a pena
06:39ter aquela pessoa do lado.
06:41Então por isso a gente vê muito isso.
06:42Então ele estar ali em pedra,
06:43dizer para ela,
06:44por você eu estou aqui,
06:47por você eu cumpro o meu compromisso,
06:49por você eu faço o melhor que eu posso,
06:52é um modo também,
06:52a distância de dizer,
06:53te amo, né?
06:54Muito bem colocado.
06:5511 horas e 53 minutos,
06:56certo é final de morning show,
06:57mas ainda é muito,
06:58ainda para a gente percutir com vocês.
07:00Agora, quem aí do outro lado
07:01acompanha o reality,
07:02que é um baita de um sucesso, né?
07:04O casamento às cegas da Netflix,
07:06eu acho que vocês já perceberam
07:07que a saca do dentista
07:10Leonardo Vicentini,
07:12que se desdobrou
07:13para satisfazer as expectativas
07:15da pretendente dele,
07:16que sempre mostrava estar ali
07:18um pouco descontente,
07:19com o jeito carinhoso do parceiro,
07:21né?
07:21Meio meloso em excesso.
07:22O Leonardo chamou atenção,
07:24pessoal,
07:24para quem não acompanha,
07:25para a gente contextualizar
07:26todo mundo aqui
07:26nos ouvindo e nos assistindo,
07:28ele acabou chamando atenção
07:29e arrancou elogios
07:30até da atriz Luana Piovani.
07:32Que não elogia ninguém.
07:33Que não elogia ninguém.
07:34E abriu uma importante discussão
07:36nas redes sociais.
07:37Afinal de contas,
07:38homem fofinho e bonzinho demais
07:40nunca é valorizado?
07:44Opa!
07:45Aí é um debate
07:46que dava o programa inteiro.
07:48A galera redpill,
07:50mais na linha do Maquiavel,
07:51vai dizer que não.
07:52Os bonzinhos
07:52é uma norma,
07:54é uma convenção social
07:55você achar que é virtuoso,
07:56você ser super bonzinho,
07:58paciente,
07:59mas que não,
08:00para você vencer na vida
08:00você tem que ser
08:01resultadista, pragmático
08:02e vencer e ser impiedoso.
08:03E aí?
08:04A gente não pode confundir
08:05bondade com passividade, né?
08:07Senão o relacionamento é chato.
08:09É, não é verdade?
08:11Então, quer dizer,
08:11você ser gentil
08:12é uma forma
08:13de um relacionamento saudável.
08:15Você faz ali pelo outro,
08:16mas você não vive
08:17a vida do outro.
08:17Isso é chato.
08:18Porque perde a identidade,
08:20a admiração que é importante
08:21no relacionamento não existe.
08:23Porque quando você pensa
08:24o outro está limpando a frente,
08:25quando você passa
08:26ele está limpando atrás.
08:27Quer dizer,
08:27andar do lado não anda.
08:28O relacionamento
08:29é andar um pelo outro.
08:30Eu tenho a minha identidade.
08:32Então, eu desejo aquilo.
08:34Eu coloco o meu limite.
08:35Nós somos parceiros de vida, né?
08:36Mas passividade não.
08:38Isso é chato.
08:38Voltando aqui,
08:39o Tom Zé Maquiavel,
08:40enfim,
08:41de uma figa aqui hoje,
08:42mas ele dizia também, né?
08:43Que entre ser amado
08:44e temido
08:45é melhor você ser temido.
08:46O próprio Erasmo Carlos
08:47dizia que tinha que manter
08:48a fama de mal sempre.
08:49De qualquer forma,
08:51a gente vai chegar
08:51a uma conclusão logo mais.
08:53Não sei antes,
08:53eu me despedi aqui brevemente
08:55de quem está nos ouvindo
08:55pela Rede Jovem Pan
08:56de Rádio Morning Show.
08:57Fica por aqui,
08:57segunda às dez.
08:58Estamos juntos de novo.
08:59Tchau!
08:59Em frente aqui
09:00para todo mundo
09:01que segue nos acompanhando
09:02por imagens pânico daqui a pouco.
09:03Doutora Cíntia,
09:04e aí?
09:06Erasmo Carlos estava certo?
09:07Olha, depende.
09:08Tem os dois lados, né?
09:09Tudo é o ponto de vista.
09:10Um é operado para um é seis,
09:12outro é nove, né?
09:13Vai muito em cima
09:13do que você quer.
09:14Você amar uma pessoa
09:16e querer ser gentil,
09:18querer agradar é uma coisa,
09:19mas você deixar de ser você
09:21também não dá, né?
09:22A pessoa precisa estar
09:23com alguém do lado
09:24e falar assim,
09:24poxa, eu sou amada,
09:25eu me sinto amada,
09:26é bom, né?
09:27Você saber que a pessoa
09:27faz por você,
09:29mas não ter um capacho,
09:30não ter uma pessoa do lado
09:31que se amanhã você precisa,
09:32você não tem nada, né?
09:34Você olha para a pessoa
09:35e fala, peraí,
09:36o que essa pessoa
09:36me oferece de fato?
09:38No momento assim que eu caio,
09:39eu não tenho quem me levante,
09:40eu não tenho quem vai ali
09:41conversar comigo,
09:42debater, dar a sua opinião.
09:43Então é aquela coisa
09:45que acaba fazendo o quê
09:45com o relacionamento?
09:46Minando,
09:47no começo tudo é lindo,
09:48depois da página 2
09:49começa um declínio.
09:51Meu mano Ferreira,
09:52homem bonzinho,
09:53é igual batata frita
09:54para o hambúrguer,
09:55só serve para acompanhar, né?
09:56Só serve para acompanhar.
09:57Eu acho que o grande problema
09:59nessa equação
10:00é a lógica de anulação
10:02do outro, né?
10:03Porque tem aqueles
10:05que acham que você
10:07precisa ser dominante
10:08o tempo todo
10:09e anular a sua parceira
10:11ou aqueles que acham
10:12que você precisa
10:13se anular em nome
10:15da outra.
10:15E aí não tem relacionamento.
10:17Alguma boa dica
10:18para a marmanjada
10:19que chegar a um meio termo
10:20virtuoso?
10:21Ou positivo?
10:22Boa, boa.
10:22É olhar para si, né?
10:25E falar, olha,
10:25eu quero ser gentil.
10:27O que ela gosta?
10:28Como eu posso surpreendê-la?
10:30Mas não deixar de ser você.
10:32Então quando a sua parceira
10:33pedir uma opinião de,
10:34quando ela chegar e falar assim,
10:35o que vamos fazer?
10:36Onde vamos viajar?
10:36Venha com um plano,
10:37converse.
10:38Não precisa ela respirar
10:39e você estar com o copo
10:40na mão.
10:41Não precisa ela sair do chuveiro
10:42e você estar ali,
10:43sabe, com a roupa dela
10:44pendurada já passada.
10:45Isso não.
10:46Isso não é gentileza.
10:47Isso é deixar de ser você.
10:48Todo homem e toda mulher
10:50quer ter alguém do lado
10:51que admire.
10:52Então seja essa pessoa,
10:53seja companheiro,
10:55seja gentil.
10:55Jamais confunda.
10:57Ser passivo,
10:58perder a sua identidade
10:59por alguém.
11:00Isso não vale nem para você
11:01e nem para o relacionamento.
11:03Por favor,
11:03no melhor estilo,
11:04jovem pão.
11:04Vou até repitar
11:05essa frase final.
11:07Repita aí para os passivos,
11:09para os betas nos ouvindo
11:11para realmente resgatarem
11:12o respeito próprio.
11:15Repetindo então a frase final.
11:16Então vou repetir aí
11:17que eu não lembro a frase inteira,
11:18mas é o contexto.
11:19Outras palavras
11:20são o mesmo efeito.
11:20Veja você, sabe?
11:21O relacionamento para ser saudável,
11:23maduro,
11:24você precisa ser feliz,
11:25o outro tem que ser feliz,
11:26ele tem que te admirar,
11:27você tem que se admirar.
11:28Isso é importante, né?
11:30Isso mantém,
11:31mantém a chama do amor,
11:32do erotismo,
11:33do companheirismo,
11:34de tudo.
11:35Porque é paixão,
11:36amor e companheirismo.
11:37São as três fases
11:38do relacionamento.
11:38Ninguém ama
11:39para o resto da vida.
11:40Depois vira companheiro.
11:41Mas você olhar para o lado
11:42da pessoa toda vez
11:43e dizer,
11:44caramba,
11:45essa é a pessoa que eu escolhi.
11:46Porque você sabe
11:47que você segura do lado
11:48e não ela fica para trás
11:49e nem para frente, né?
11:50Isso é importante.
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