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  • 4 months ago
Neste documentário ficcionado, traça-se uma cartografia poética a partir da viagem de um grupo de teatro a São Mig | dG1fSV9INlFxc2JaTzg
Transcript
00:00O que faria a Natália se lhe emprestasse uma câmara de filmar para escrever a sua vida?
00:08Quem seria a Natália de tudo isto?
00:12É aqui o Cássimo.
00:13É aqui.
00:15Deve ser?
00:16Olá, é aqui o Cássimo para a Natália Correia.
00:19É aqui.
00:19É aqui.
00:20A ilha, o botequim, algumas pessoas, alguns encontros, as palavras dela, claro.
00:28O amor é uma grande expressão de liberdade.
00:31Os amantes não conhecem normas, não aceitam as leis do mundo, porque realmente, numa certa medida, eles não são deste mundo.
00:38Socialismo, sim.
00:39Nunca esqueçam a dimensão existencial e espiritual do ser humano.
00:45A Natália era um ser muito complexo.
00:47As revoluções são banquetes de cravos que produzem arroz aromáticos.
00:54Eu gosto da ideia da Natália que observa aquilo que ela própria queria.
00:59Foi tudo.
01:00É um cosmos.
01:01Eu creio que esta revolução teve muito de farce.
01:03Não se atendeu, não se respondeu às aspirações superiores do povo que se queria libertar nessa revolução.
01:10A liberdade é, para mim, o valor mais estimável da vida.
01:13Ela percebeu que o seu campo da atuação iria diminuindo gradualmente e que estava à beira do precipício.
01:20Tenho que repetir as palavras dela.
01:22Tenho que dizer muitas vezes as palavras dela.
01:25Portanto, ela quis morrer de pé.
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