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  • há 6 meses

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Transcrição
00:00A vítima foi uma criança de apenas 4 anos de idade.
00:04Ela deu entrada primeiramente em uma policlínica na zona norte do Recife,
00:08depois essa criança foi transferida para o hospital da restauração.
00:13Ela apresentava vários ferimentos no corpo, inclusive na parte da testa e nos olhos,
00:18além de queimaduras também nas mãos e nos braços.
00:22Os vizinhos perceberam que alguma coisa havia de estranha dentro da residência,
00:27ouviram gritos e aí os próprios moradores decidiram ir até a residência
00:33e a madrasta e o pai dessa criança, os dois acabaram espancados pela própria comunidade,
00:40que em seguida acionou a tia da menininha, a tia chegou no local,
00:44viu tudo o que estava se passando, pegou a criança e levou para a unidade hospitalar.
00:50A madrasta e o pai da menina conseguiram fugir depois que os vizinhos chegaram dentro do imóvel.
00:56Para falar sobre o assunto, a gente está com a conselheira tutelar Cláudia Roberta,
01:01que é aqui de Olinda, ítimo à frente de toda a situação, né Cláudia?
01:05A criança está bastante machucada.
01:07Você teve contato com essa menininha e ela própria relatou o que se passava ali dentro da residência.
01:14Foi nítido, né?
01:15O que a gente conseguiu ver é hematomas pelo braço, hematomas nas costas,
01:21queimaduras de cigarro no braço, na mão e os olhos muito vermelho, mas não é um vermelho,
01:29é um sangue que estava da pancada na cabeça que desceu para os olhos.
01:33E aí a gente perguntou a essa criança como é que teria sido.
01:36Então ela disse que a madrasta pegou a cabecinha dela e meteu na parede.
01:40De frente, foi quando deu o calo grande, e depois jogou ela no chão.
01:45Quando jogou ela no chão, ela caiu em cima dos braços.
01:47Então tudo que a gente tentava pegar nela, ela dizia, ai, está doendo.
01:51Quando a gente pediu para ver a detição arcária, então estava ela com a detição toda estragada,
01:56quatro anos de idade e com mau hálito.
01:58Então a gente entende o seguinte, que não foi só a própria agressão.
02:03Esse pai, que aí a tia traz para a gente, que a mãe da menina faleceu em 2022,
02:10e quando houve esse falecimento, ela pediu para criar e cuidar da menina.
02:14E o pai não assim permitiu.
02:16Então quando ele não permitiu, a família entendeu que ele iria cuidar.
02:20Neste caso de agora, não é só a questão dele estar com a menina,
02:25é que durante o falecimento da mãe até agora ele não cuidou.
02:28Ela já recebeu alta do HR, já está com essa tia materna,
02:32e agora o que é que vocês vão fazer pela saúde e pelo bem-estar dessa menina.
02:37Veja, só em a gente garantir que ela não esteja no mesmo ambiente do suposto agressor,
02:43já é uma proteção que a gente aplicou.
02:45A partir de agora, quando ela chega aqui, a gente vai dar um termo provisório,
02:49de responsabilidade para essa tia, para que ela passe a ser responsável por ela,
02:54por esta criança.
02:55Iremos apresentar uma notícia de fato ao Ministério Público,
02:58solicitando a destituição do padre e poder familiar do pai,
03:02porque entendemos que não basta só o afastamento físico.
03:06Se a promotoria, junto com a vara da infância, acatar,
03:10esta criança passa a ser adotada de uma forma judicial por esta tia,
03:15no seio familiar, mas o nome do pai sai do próprio registro,
03:19e essa tia coloca ela e a criança, a gente consegue garantir uma saúde e integridade física
03:25para o resto da vida dela.
03:26O casal continua aí sem paradeiro, ninguém sabe onde é que foi parar,
03:30mas a Polícia Civil está acompanhando esse caso,
03:33até porque a denúncia foi registrada na Delegacia da Mulher.
03:37Com você no estúdio.
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