00:00Como o órgão tem atuado no acolhimento às famílias nesse momento?
00:04Aqui já é a fase venal, é a fase de entrega dos corpos, que começou desde Goiânia, desde lá do estado de Goiás, e agora aqui com a gente.
00:13A gente está acolhendo as famílias, está colocando todo o nosso suporte médico, hospitalar, que nós temos aqui, um atendimento psicossocial,
00:21para atender, para dar um conforto melhor lá para as famílias.
00:25Toda essa parte burocrática, cartorária, que já foi feita em Goiás, estamos terminando aqui.
00:33E estamos dando um apoio também humano para essas pessoas, que vão terminar lá na UFPA.
00:38A gente está muito agradecido pelo apoio, tanto do governo de Goiás, do governo do estado do Pará, que foi incansável,
00:46botou toda a estrutura do estado para a gente poder trabalhar, e também do governo federal.
00:52A gente está muito feliz por isso, que conseguimos finalizar com êxito a missão.
00:59Nesse primeiro momento, como as famílias foram recebidas aqui?
01:03Elas vão ser recebidas pelo nosso corpo de enfermagem, para fazer o último reconhecimento,
01:09para assinar as documentações, porque é a última etapa da cadeia de custódia, porque os corpos estão sendo custodiados pela gente,
01:18para entregá-la para a família. É um trabalho rápido, porém muito minucioso também.
01:23Foi que nós ajudamos todo dia aqui na Polícia Científica.
01:26A gente tem assistente social, enfermeiro, psicólogo, porque é um evento que, quer queira ou quer não, é um evento triste.
01:34E daí a gente tenta dar o melhor apoio possível.
01:36Os exames de negócio próprio e organizados na Polícia Científica, em Goiás, na própria cidade do Calo da Pão, na Polônia,
01:43lá foi feito os exames de militares, e foram feitos também os procedimentos de identificação,
01:49mas já saíram da Polônia, já identificadas, desociadas.
01:55Na quarta-feira, uma doença é melhor.
01:57No ocorrido do assalto, nós entramos em contato com a Polícia Centro de Pernas Reais
02:01que deixa o registro com o seu conhecimento pelo apoio emprestado pela Polícia Centro de Pernas Reais.
02:09Nós alinhamos os procedimentos que deveriam ser feitos para que fossem liberados o mais rápido possível
02:14porque, normalmente, nesses poucos casos, o que nós buscamos é justamente a seruridade
02:20na identificação e na liberação dos co-op.
02:24Então, foram feitos os procedimentos, foram montados uma força-tarefa aqui no Estado
02:30entre o governo do Estado, nesse sentido, entre a Secretaria e a Universidade Federal do Paraná.
02:35A Universidade, com o acolhimento das famílias, indo atrás dos familiares
02:41para que elas pudessem fornecer documentação, para que nós pudéssemos fazer um procedimento de liberação
02:47lá em Goiânia.
02:49Então, de posse desses documentos, a equipe da Química e da Científica se vinculou até Goiânia
02:54para fazer esses procedimentos de liberação lá em nome das famílias.
02:58Aí os cocos foram liberados da polícia de M.L. de Goiás, foram tratados até a...
03:06E depois de ser liberado também no processo, como a Secretaria de Ciência Social de Goiás,
03:12que isso é de lá, da Landa da Semente, e depois disso eles foram liberados para a funerária
03:17para o serviço de preparação, para que eles pudessem ser fragladados via aérea.
03:21O roco dele já foi, já foi embarcada pela Autamira, no mesmo lugar do marco,
03:26já foi transportado pela Autamira e vai ser executado pela Polícia Científica,
03:30pela nossa unidade da Autamira, para que seja liberado para a Polícia de M.L. de Goiás.
03:34Transcrição e Legendas por Quintena Coelho
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