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No Planeta Incrível, Cristhian Dimitrius explora rituais da Amazônia e acompanha de perto o momento em que jovens indígenas enfrentam as temidas formigas Tucandeiras para provar força e coragem. #MelhorDaNoiteNaBand

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Transcrição
00:00Muito mais pra você. E vamos começar com o nosso planeta incrível.
00:04Abre a tela, bota esse planeta no ar, porque esse quadro tá fazendo um sucesso tremendo.
00:10Toda quarta vem pra você uma abertura, uma escancarada desse planeta,
00:13onde o Dimitrios vai a fundo trazendo coisas incríveis, literalmente, diferentes,
00:18coisas que eu, você, ninguém nunca viu. Por exemplo, hoje ele foi até a Amazônia, gente.
00:24Sim, hoje ele foi pra lá pra ver de perto como os povos indígenas usam formigas tucandeiras.
00:31Tucandeiras com suas picadas mega poderosas e o veneno do sapo, cambo, sim, em seus rituais sagrados e milenares.
00:39É mais uma experiência única. E aqui no nosso planeta incrível, a gente começa com tudo.
00:44Bem-vindos, boa noite e chega que chega. Vem!
00:48Brasil é um país de natureza exuberante e também de uma profunda diversidade cultural.
00:59No coração da floresta, existem povos que mantêm vivos rituais ancestrais,
01:05passados de geração em geração, conectando o corpo, o espírito e a natureza.
01:11Nesta edição especial do Planeta Incrível, vamos mergulhar em dois desses rituais impressionantes.
01:22O ritual da Tucandeira, do Satere Mauê e o ritual do Cambo, realizado pelos Huni Kuin,
01:29também conhecidos como Kashi Nawaz.
01:33E isso é Planeta Incrível.
01:35Próximo à cidade de Manaus, vivem os Satere Mauê, guardiões de um dos rituais mais intensos e simbólicos da Amazônia,
01:48o ritual da Tucandeira.
01:51A Tucandeira é uma formiga, uma das maiores do mundo, com uma picada incrivelmente dolorosa.
02:00Dizem que é como levar um tiro.
02:02Este é um ritual de passagem, onde meninos se tornam guerreiros.
02:11E são esses meninos que serão iniciados, que saem cedo para buscar as formigas.
02:19Os jovens sabem exatamente onde encontrá-las e também como atraí-las para a superfície.
02:25As Tucandeiras são formigas muito territorialistas e agressivas.
02:34E, ao perceber um sinal de invasão, partem para o ataque.
02:39E é aí que elas são recolhidas, com muito cuidado.
02:43As formigas são colocadas em um receptáculo feito de bambu,
02:47para serem transportadas com segurança de volta para a aldeia.
02:51O som das trombetas rústicas indicam que eles estão chegando e obtiveram sucesso na sua captura.
03:04O pajé da tribo, guia espiritual, recebe eles com o mesmo som,
03:09o que já vai preparando a todos para um dia de ritual.
03:12Um dos membros da comunidade é designado para preparar uma mistura de água e algumas folhas,
03:21como, por exemplo, do caju, que são tóxicas.
03:26E isso cria uma solução que anestesia temporariamente as Tucandeiras,
03:31permitindo o seu manuseio seguro.
03:36Enquanto as formigas estão anestesiadas,
03:42elas são colocadas em luvas de fibras naturais,
03:45adornadas com penas de arara e gavião.
03:50Essas luvas são projetadas para conter as formigas com os ferrões voltados para o interior,
03:56garantindo que, ao acordarem, estejam prontas para o ritual.
04:00Antes do início do ritual, o pajé da comunidade realiza preparações espirituais nos jovens.
04:10Isso inclui a aplicação de fumaça de ervas sagradas,
04:14que serve para purificar e fortalecer espiritualmente os participantes.
04:21Além disso, os jovens ingerem bebidas tradicionais, como o guaraná e o tarubá,
04:27uma bebida fermentada à base de mandioca,
04:29que são consideradas energizantes e preparatórias para o desafio que enfrentarão.
04:37Com as formigas despertas e agitadas dentro das luvas,
04:42cada jovem é chamado para inserir as mãos nas luvas e mantê-las ali por cerca de 10 minutos.
04:51Durante esse período, é esperado que suportem a dor sem demonstrar sofrimento,
04:56como chorar ou gritar.
04:59A cerimônia é acompanhada por cantos e danças tradicionais,
05:05reforçando o aspecto coletivo e espiritual do ritual.
05:11A experiência é um verdadeiro teste de coragem, disciplina e resistência.
05:17O corpo se contorce com a dor, mas o espírito se fortalece.
05:27Para se tornar um verdadeiro homem satere-mauê, não basta realizar uma vez.
05:32O jovem precisa repetir esse ritual cerca de 20 vezes ao longo dos anos.
05:37Se entre o satere-mauê, a dor física é parte de um ritual de passagem,
05:44nos confins do Acre, outro povo indígena encontrou no veneno um caminho para a cura.
05:51Estamos no Acre, na região do Alto Rio Jordão, para conhecer um outro ritual ancestral, o ritual do Cambô.
06:01O sapo gigante da Amazônia fornece um veneno que, paradoxalmente, é usado como ferramenta de cura e purificação.
06:09A preparação do ritual do Cambô começa na escuridão da floresta.
06:16À noite, os homens da aldeia seguem em silêncio pelas margens de um rinho ou de áreas alagadas,
06:23guiados pelos sons da mata.
06:28Eles procuram atentamente pelo chamado característico do sapo verde gigante.
06:34Quando o som se aproxima, eles se movem com cuidado, para não assustar o animal.
06:44A captura é feita com total respeito e o sapo é manuseado com delicadeza, sem causar ferimentos.
06:56O Cambô produz uma toxina que o protege de predadores.
07:01E é justamente essa toxina que é retirada.
07:06E isso é feita com pequenas hastes de madeiras passadas ao longo de seu corpo, principalmente próximo das glândulas.
07:14Uma vez coletada, as hastes são colocadas para secar e, então, o animal é solto de volta à floresta.
07:21Vivo e são, onde seguirá sua jornada natural.
07:25Nenhum sapo é ferido ou mantido em cativeiro.
07:31O dia do ritual começa cedo na aldeia.
07:37As mulheres preparam os corpos com pinturas tradicionais feitas de genipapo e urucum.
07:43Traços que representam proteção espiritual e conexão com os ancestrais.
07:47Ao som de cantos tradicionais e tambores, os participantes se reúnem no centro comunitário.
07:58O pajé, líder espiritual do povo Huni Kuin, inicia a cerimônia com palavras de sabedoria.
08:04Ele relembra a importância do Cambô como medicina da floresta, capaz de purificar o corpo e fortalecer o espírito.
08:11Antes da aplicação, todos seguem em silêncio até uma árvore sagrada próxima à aldeia.
08:19Um espaço de conexão espiritual com os encantados.
08:25Lá, o pajé faz um sermão em sua língua ancestral.
08:29Ele fala da coragem necessária para enfrentar o ritual.
08:32Os participantes ingerem quase dois litros de uma bebida fermentada, feita com mandioca e banana da terra.
08:41Essa bebida prepara o corpo para a purgação, facilitando a ação do veneno e ajudando na limpeza profunda que está por vir.
08:49E eu confesso que não é fácil beber tudo isso.
08:53E uma vez ingerida toda a bebida, eu estava pronto para a fase final do ritual.
08:59O pajé queima levemente a pele dos participantes.
09:04O veneno do sapo é aplicado sobre essas microaberturas.
09:12Os efeitos são quase imediatos.
09:15O coração acelera, a pressão sobe, o corpo aquece.
09:21E logo vem a náusea, o suor intenso e o vômito.
09:25É o corpo expelindo toxinas físicas, mas também emoções guardadas.
09:33Mas após o mal-estar, uma clareza diferente se instala.
09:37O corpo parece mais leve e o espírito limpo.
09:42A comunidade me acolheu com respeito e alegria.
09:45Em tempos de pressa e desconexão, participar de um ritual como esse nos ensina a escutar a natureza,
09:57a respeitar os ciclos do corpo, a reverenciar quem esteve aqui antes de nós.
10:02Os povos originários guardam saberes que podem ajudar o mundo moderno a reencontrar equilíbrio e saúde.
10:10Respeito, escuta, presença.
10:15E isso é Planeta Incrível.
10:27O ousácio com a gente hoje, Christian Dmitry e Salva de Palma, gente!
10:31Ele está vivo!
10:35Ele está tão bonito!
10:36Ele viveu!
10:37Cara, que doideira!
10:40Que coisa interessantíssima!
10:41E você foi?
10:43Fui.
10:43E voltou, graças a Deus.
10:44Fui e voltei.
10:45Que experiência interessantíssima, né?
10:47Demais.
10:48Bom, eu fui e não voltei.
10:50Voltei outra pessoa depois dessa experiência.
10:52Quanto tempo você ficou lá imerso na floresta com eles?
10:54Ah, foi uma semana entre os dois processos.
10:57E que local exatamente você ficou na primeira etapa com as formigas, depois ali com a...
11:01Na primeira é próximo de Manaus, é até bem próximo da cidade.
11:04Você pega uma canoa, só navega algumas horas e chega numa comunidade.
11:09E chega no formigueiro dessas formigas.
11:11Gente, olha aqui, não sei se vocês já viram Tocandira, que é essa formiga.
11:15Eu sou de Cuiabá.
11:16Esse era o terror da gurizada.
11:19Tipo assim, aquela que pega fogo, aquela pequenininha que fica na cidade, é tranquilo.
11:22Na fazenda, quando a gente estava lá andando a pé, indo pro rio, tomar banho, solto no bicho,
11:25era só cuidado com o formigueiro de Tocandira.
11:28A gente sempre falava isso.
11:30Era uma desgraça.
11:31E aí a gente vê esse ritual que eles fazem com os meninos.
11:34Gente, uma formiga dessa é mais ou menos desse tamanho, assim.
11:38Mais ou menos um centímetro e meio.
11:39Mais ou menos.
11:40Uma coisa enorme, né?
11:41Não, ela é grande.
11:42E só pra ter uma ideia, o nome dela em inglês é Bullet Ant.
11:47Porque...
11:48Bullet?
11:49Bullet de bala.
11:50Sim.
11:50Cada picada é como se tivesse tomado um tiro de tão forte e doloroso que é a picada
11:56dessa formiga.
11:56Olha só.
11:57E aquele momento do ritual dos meninos, você acompanhou inteirinho.
12:01Você acompanhou inteirinho lá com eles.
12:02Inteirinho.
12:03O processo inteiro.
12:04Filmei todas as partes, acompanhei.
12:06Olha só.
12:07E mordem todas as partes das mãos deles.
12:10Você imagina, gente.
12:11Olha, Juliano, Dipe, Pamela.
12:14Que coisa impressionante.
12:15É, Otá, é demais.
12:17E eu fiquei pensando uma coisa, porque é muito fácil pra gente julgar, né?
12:20A gente pode pensar, mas poxa, por que que colocam crianças pra passar por isso?
12:24Muitas vezes pra nós, com nossos olhos urbanos, né, Dimitrios, é incompreensível.
12:30Mas pra eles faz total sentido.
12:32Então não dá pra julgar.
12:33É muito maior.
12:34A gente vem de lugares diferentes, né?
12:35Total.
12:36Mas é impressionante como a nossa ciência tebe na fonte dos povos originários, né?
12:41Porque, assim como aqui perto, no Instituto Butantan, a gente depende dos animais pra produzir...
12:46O veneno, o antídoto.
12:48Pra produzir a cura, né?
12:49Sim.
12:49Eles também, né, vão lá atrás do sapo com total respeito.
12:53Isso foi o que mais me chamou a atenção, Cris, já você destacando, como eles respeitam
12:57o sapo pra retirar dali a proteção pras pessoas que estão ali fazendo aquela iniciação, né?
13:03Isso eu achei incrível.
13:05E a nossa ciência bebe dessa fonte até hoje, né?
13:07E, gente, os rituais fazem parte da cultura, dos povos originários, todos eles, da América
13:13do Sul, América do Norte, por todos os cantos do mundo.
13:16E a gente tá testemunhando um desses rituais, de uma dessas tribos em que o nosso Dimitrios
13:21entrou de maneira tão profunda.
13:22E foi que, como bem disse o Ju ali, aquele momento do sapo ali foi um convite a uma festa
13:29que você não sabia qual que era o tamanho do impacto dela, vamos chamar assim, né?
13:34É, não sabia, não sabia como era.
13:36Eu tinha expectativas, né, porque eu ficava curioso pra saber, mas foi realmente uma experiência
13:42interessante, uma experiência de conexão com a mata, assim, direto com a natureza, de
13:48entender o poder de cura da natureza.
13:50Que o que a gente tem nas florestas, aí na nossa terra, é uma grande farmácia, né?
13:56A floresta tem quase todos os remédios que a gente precisa.
14:00Quase tudo que a gente viu na evolução da medicina brotou daí de dentro.
14:04Agora, nessa hora aí, você deu uma gorfada ou é uma impressão minha?
14:07É, você deu uma gorfadona ali, é?
14:08Não, isso foi depois de terem colocado a medicina do sapo.
14:15A gente tá vendo ali, ó.
14:16A gente tá vendo ali.
14:17É bem forte.
14:17Você ficou, tipo, entrou numa zoada, eu quero dizer, você ficou totalmente desbaratinado
14:23ali.
14:23Bateu uma onda.
14:24Bateu uma onda, meu irmão.
14:26Olha lá, ele, ó.
14:27Ei, meu irmão.
14:28Lá vem, gente.
14:29Esse sapinho, viu?
14:30Pode dar uma deixa aqui, né?
14:31Esse sapinho, Pamela Ludiola, deu um baratão nele ali, sacudiu, sacudiu.
14:37É, eu falo, a sensação que eu tive ali é uma sensação meio de febre, de intoxicação,
14:45me senti intoxicado imediato mesmo.
14:48Começa a sentir um buzz, assim, aquele zumbidinho no ouvido, assim, mas parece que eu não consegui
14:57ainda chegar lá no lugar que ele tinha que ir pra chegar.
15:01Gostei, gostei.
15:03É, brother.
15:04Aí eu me dei no caixão.
15:05Olha só a experiência do nosso Dimitrios.
15:10Aqui, mais uma coisa que você falou na volta, que achei curioso, pareceu um aquecimento,
15:14pareceu um pré-treino, pareceu um termogênico que você tava sentindo.
15:17Você falou que aqueceu o seu corpo depois.
15:19Teve essa sensação na hora também?
15:21Não, na hora.
15:22Exatamente na hora eu senti isso, senti a toxina, mas como eu falei, ainda não foi algo
15:27muito forte, né?
15:29Tanto que no mesmo dia, à noite, eu fiz outro ritual com eles, de ayahuasca, que aí que
15:37realmente...
15:38Aí você ficou na Amazônia 17 anos, irmão.
15:40Aí tudo fez sentido.
15:41Aí ele ficou 23 anos espiritualmente na Amazônia.
15:45Não, foi uma experiência incrível, realmente.
15:48Eu imagino.
15:48Uma das coisas mais bonitas da minha vida, ter passado essa experiência com o Digi.
15:53Eu nunca tomei o ayahuasca.
15:55Morro de vontade também.
15:56Deve ser outra viagem maluca, deliciosa também, de transformação.
16:00É parecido, Dimitrios?
16:01É parecido?
16:02Não é parecido.
16:03É bem diferente.
16:04Experiências diferentes.
16:06Mas é aquela conexão com a natureza.
16:08Parece que você se conecta com a floresta de uma forma que tudo passa a fazer sentido.
16:13E isso eles descobriram.
16:15Imagina como eles descobriram isso.
16:16Sim, claro.
16:17É uma sabedoria milenar.
16:19O que eu...
16:20Sobrinho de Johnny Saad.
16:22Eu tenho uma pergunta muito séria pra fazer.
16:24Vai lá, lá vem.
16:25Muito séria.
16:25A nossa Delta La Rússia, enciclopédia baixa do conhecimento do bar.
16:29Eu vi sua matéria, eu fiquei impactado.
16:31Eu tô vendo até que o programa levou uma seriedade fora do comum.
16:34Mas eu tenho uma pergunta pra fazer pra você que não tem nada a ver com a matéria.
16:38Mas eu acho que você vai responder.
16:39Então obrigado, não vai fazer.
16:40É uma coisa interessante.
16:42Faz.
16:43Você conhece, Cristiano Dimitrios, a piada do pônei?
16:47A piada do pônei?
16:48A piada do pônei?
16:48A piada do pônei?
16:48Não conhece?
16:49Pô, nem eu.
16:52Pô.
16:52Pô.
16:54Tem um pouco daquele...
16:56Aí a gente é demitido?
16:57Ah, Zé.
16:58Aí a gente é...
16:58Fica difícil de defender, Zé.
17:00E fora!
17:02E fora!
17:03Trouxe aquela formiguinha aí, não.
17:05Traz a tocandilha pra botar no seu rabo aí.
17:07Vamos soltar a formiguinha aqui.
17:08Trouxe a rabo.
17:09Vai botar no rabo.
17:09Aquele sapo verde, tá aí.
17:11Mas pelo amor de Deus, Zé.
17:13Eu sempre pego ele nas pegadinhas.
17:15Nós estamos completando quase dois meses.
17:16Nós estamos sobrevivendo.
17:17Ainda não fomos demitidos.
17:18Estamos passando pertinho.
17:19A sorte que eu estou...
17:20É.
17:20Fico, Sá.
17:21Vamos pra minha experiência agora, gente.
17:23Que não foi com ayahuasca, nem com formiga, nem com sapo.
17:25Foi com a minha própria família que já é mais...
17:27Impactante.
17:31Olha só.
17:31Era 2021, mais ou menos.
17:33Já sob protocolos da pandemia.
17:36A gente foi pra meio da floresta.
17:38Eu e a Flavinha.
17:39Com a minha família toda.
17:40Fomos pra região de Anavilhanas.
17:42Visitamos Manaus.
17:43Visitamos o encontro do Rio Negro com Solimões.
17:46Nós vivemos esse contato de uma maneira olívia.
17:49Olha lá ela, mergulhando no Rio Negro, ó.
17:53No meio do Rio.
17:54Olha lá ela, ó.
17:55Mamãe, diz, fora.
17:56Eu quero uma foto.
17:57Olha que bonitinha.
17:59Assim como eu, na fazenda.
18:00Assim como eu, Cuiabá.
18:01Ó, a gente pegou trilha.
18:02Fazendo uma trilha.
18:04Fazendo uma trilha.
18:05Ficamos 17 dias perdidos.
18:07E aí nós entramos, entramos nessa trilha.
18:11Vimos coisas incríveis.
18:13Tivemos contato com várias situações diferentes.
18:15Coisas que a gente nunca viu na vida.
18:17Flavinha também mergulhou.
18:20Tivemos uma convivência muito gostosa nesse momento.
18:24Tão nosso da família lá.
18:25Olha que louca, gente.
18:27Agora, olha só.
18:27Olha só agora esse momento videocassetada.
18:29Achamos um cipó.
18:31Flávia foi bonitinha, né?
18:33Agora, olha eu ali, ó.
18:34Atenção.
18:35Olha o que vai acontecer.
18:36Eu dei uma pancada na árvore.
18:40Foi ótimo.
18:42Olha lá, lá vou eu, ó.
18:44Idiota, voltei no tronco.
18:48E a experiência.
18:50É, olha com ele.
18:53Esse foi meu ritual indígena.
18:55Olha, quero mandar um beijão pra todo mundo do Amazonas, da Floresta Amazônica, pra essa galera toda.
19:02Essa originária gente que tanto nos inspira e que traz esse conteúdo tão lindo, ritualístico, de transformação.
19:11E não adianta a gente questionar ou falar que não dá ou não pode.
19:14É.
19:14É deles e a gente tem que respeitar.
19:16O Brasil, nós estamos de visita.
19:19O Brasil é dessa turma aí, tá?
19:21Sem dúvida.
19:22Agora, semana que vem, presta atenção.
19:25O que é que vai rolar na semana que vem?
19:27Presta atenção.
19:28Christian, dá um spoiler aí.
19:30Semana que vem, a gente vai continuar na floresta.
19:33Mas não na Amazônia, na Mata Atlântica.
19:36Aqui perto, no Parque Estadual Carlos Botelho, a gente vai conhecer o Macaco Rippie.
19:41Macaco Rippie.
19:42Ah, pronto.
19:43Vocês também gostam, né, gente?
19:45Imagina só.
19:46Ele sai de uma experiência.
19:50Macaco Rippie.
19:52Sai do sapo, vai pro Macaco Rippie, tá na mesma vibe, brother.
19:56Tem nem como fugir, né, da piada.
19:57Vamos trocar de pauta uma semana aí, Christian.
20:00Aqui, ó.
20:01Dá um trechinho só, papai.
20:02Bota aí, vai.
20:03Na próxima semana, nós vamos nos aventurar no Parque Estadual Carlos Botelho,
20:13em busca dos muriquis, os macacos rippies.
20:25Até a próxima, no Planeta Incrível.
20:33É isso aí, o Planeta dos Macacos, como eu bem diria no meu amigo Rogério Flauzino.
20:42Dimitrios, parabéns.
20:43Convido você a ficar com a gente, porque a bicharada continua com a gente no nosso Papo de Bar.
20:48Seja bem-vindo.
20:49Vamos aqui, vamos.
20:49Vamos aqui.
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