A equipa que investiga a colisão que resultou na morte do presidente da Total, Christophe de Margerie, concluiu que houve “negligência da direção do aeroporto”.
O avião onde seguia Margerie, um jato particular Dassault Falcon, estava a preparar-se para descolar do aeroporto de Vnukovo, em Moscovo, quando colidiu num limpa-neves, cujo condutor estava alcoolizado.
“Está agora confirmado que o condutor do limpa-neves estava sob a influência de álcool”, afirmou Tatiana Morozova, responsável pelas investigações no Departamento de Transportes de Moscovo.
Vladímir Martinénkov, o condutor, está detido enquanto as investigações prosseguem.
Os outros três tripulantes do avião também não sobreviveram. No momento da colisão a visibilidade era bastante reduzida.
O ministro francês da Economia reagiu à morte do numero um da Total.
“Não existe qualquer tipo de preocupações quanto ao futuro da Total. Cristophe de Margerie era uma grande dirigente e um grande dirigente constrói uma empresa para que ela consiga sobreviver a ele próprio. Haverá por isso uma continuidade. É um dia de luto, mas não devemos ficar inquietos inutilmente”, afirmou Emmanuel Macron.
O presidente da Total regressava de uma viagem de negócios a Moscovo, onde a petrolífera é atualmente um dos maiores investidores estrangeiros no país.
O francês era defensor da Rússia e das políticas energéticas russas, sendo contra a ideia de cortar a dependência europeia nos combustíveis fosseis daquele país.
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