A luz é fraca, o copo está gelado, e a noite ainda mal começou.
Bem-vindo ao meu balcão. Aqui, ninguém pergunta seu nome — só o que você vai beber enquanto o sax toca baixinho no fundo. Eu sirvo uísque, acendo cigarros, e deixo a fumaça contar as histórias que ninguém tem coragem de dizer em voz alta.