A mãe do fundador do WikiLeaks, Christine Assange, viajou ao Equador para defender o filho. Em Quito, a mulher afirmou que o processo por agressão sexual contra Julian Assange, na Suécia, era apenas o primeiro passo para extraditá-lo aos Estados Unidos. Ela ainda assegurou que o ativista australiano corria risco de ser julgado pelos americanos por espionagem.