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  • há 9 minutos
Antes das eleições eu falei uma coisa bem direta:

Quando a corrupção vira sistema, o voto deixa de escolher. Ele só serve pra te enganar.
Citei Stalin: “Não importa quem vota. Importa quem conta o voto.”
E coloquei as fichas em André Mendonça, Nunes Marques e Fux. Disse que se esses três não fizessem o dever de casa, a gente ia votar sem saber pra quem o voto realmente ia.

Agora os números de 2026 estão aí.

No primeiro turno, Flávio Bolsonaro teve 56.104.503 votos (47,03%). Lula ficou com 53.879.538 (45,16%). Diferença de mais de 2,2 milhões a favor do Flávio.
No segundo turno, Lula somou 64.256.232 votos (51,79%) e Flávio 59.826.041 (48,21%). Diferença final de 4,43 milhões a favor de Lula.

Ou seja: em três semanas Lula cresceu mais de 10,3 milhões de votos. Flávio cresceu 3,7 milhões.

No dia da eleição, o ministro Cristiano Zanin, que foi advogado de Lula, decidiu prorrogar a votação em duas horas. A apuração parou. Depois retomou. Segundo o próprio TSE, só cerca de 35 mil votos foram registrados depois das 17h. Um número pequeno diante da diferença final, mas suficiente para gerar desconfiança em milhões de pessoas.

Os mesmos ministros em quem eu e muita gente depositamos esperança certificaram o processo. Nunes Marques, presidente do TSE, afirmou que tudo ocorreu com “absoluta segurança”. Depois se afastou das denúncias junto com Mendonça.

Não preciso gritar fraude.
Só deixo a pergunta que eu já tinha feito antes:

Se o sistema está limpo, por que a confiança evaporou tão rápido?
Se o voto ainda vale, por que tanta gente saiu da urna sentindo que o jogo já estava montado?

Democracia não é só ir votar.
É acreditar que o seu voto chegou intacto do outro lado.

E quando essa crença quebra…
o resto vira só teatro!
Acesse o nosso site: https://www.rsnoticias.top/2026/11/video-quando-o-voto-deixa-de-escolher-e.html

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Transcrição
00:00Na Venezuela, todo mundo votou. O voto foi pra quem?
00:02Quando a corrupção é generalizada, marca o Estado e clepto o Estado, o voto é só pra te enganar.
00:07Quem que tá contando o voto, pô? E quem falou que o teu voto valeu?
00:10Que o cara, foda-se, esse voto aqui é desse cara aqui.
00:12Nós estamos chegando no nível. A gente coloca as fichas nossas no André Mendonça,
00:16que ele, junto com o Nunes Marques, o André Mendonça e o Fux.
00:19Se esses três caras não fizer o dever de casa na eleição, eu vou falar, eu não sei quem que
00:24eu tô votando.
00:26Vou votar em você pra deputada. Quem falou que o meu voto vai pra você, pô?
00:28Que nível que a corrupção chegou, em qual nível?
00:31Venezuela foi assim, Cuba, Irã, na Rússia, em tudo que é lugar, cara.
00:35O narco-Estado é isso aí. Se continuar o clepto-Estado e o narco-Estado, aí todo mundo vota.
00:40Não vai adiantar, porque tomaram tudo.
00:42Deu o exemplo, Venezuela. Votar não adiantava mais nada, pô.
00:44Três palavras que o povo vai na onda.
00:48Democracia, soberania e igualdade.
00:50Tá lá o ditador matando um negro de madrugada, esfolando e enforcando.
00:53Senhores, eu faço espelha sobre o pessoal aí mesmo.
00:55O cara lá vai celebrar o cara.
00:57Aí tu pode votar. Todo mundo votou.
01:00E sabe quem que apoia esse pessoal?
01:01A ONU apoia, pô. Esse tipo de vagabundagem.
01:03Quando um Estado se torna narco-Estado, clepto-Estado, o teu voto não existe mais.
01:09Quando, de novo, não tô falando que é o Brasil, não.
01:10Quando um Estado chega nesse nível, aí ele se torna Venezuela, Nicarágua, Cuba, Coreia do Norte, etc, etc.
01:16Quando chega nesse nível, eleição, é só pro cara ter a sensação que ele tá livre.
01:21Ele é um preso, mas ele não sabe que tá preso.
01:25Ele acha que votou, não votou.
01:27Isso é um modelo soviético.
01:29O Stalin falava, não importa quem vota, quem importa é quem vai contar o voto, entendeu?

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