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  • há 7 horas
A obra marcou a infância de muitos membros da Soka Gakkai, O Menino e a Cerejeira, o livro conta a vida do pequeno Taichi, um menino que, junto com sua mãe, enfrentou muitas dificuldades por causa da Segunda Guerra Mundial.

No decorrer da história, Taichi conhece um vovô que cuida de uma grande cerejeira. A partir daí, os dois começam a se esforçar para proteger a árvore do inverno rigoroso para que ela floresça outra vez.

O conto foi inspirado na experiência do autor Daisaku Ikeda, que passou pelos sofrimentos da guerra e decidiu em seu coração que, algum dia, iria plantar cerejeiras em todo o Japão e no mundo para que as pessoas pudessem desfrutar uma primavera de paz.

Foi adaptado para animação pela Shinano.

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Transcrição
00:25A CIDADE NO BRASIL
00:56A CIDADE NO BRASIL
01:13O Menino e a Cerejeira
01:16Versão Brasileira Clone
01:39A CIDADE NO BRASIL
01:46No ano de 1946, após a Segunda Guerra Mundial, a cidade de Tóquio encontrava-se totalmente devastada e queimada.
01:57Eu já estou indo.
02:00Meu filho, não esqueça de almoçar. Tenha paciência e que eu volto logo, está bem?
02:07Não se afaste muito. Brinque por perto.
02:11Você entendeu?
02:13Você é um bom menino, não é?
02:16Não fique triste. Eu preciso trabalhar.
02:22Mamãe!
02:24O que foi?
02:28Volta logo, mamãe!
02:39O que foi?
02:55O que foi?
03:11Mamãe.
03:21Mamãe.
03:44Pronto, senhor. Desculpe a demora.
03:47Ficou brilhando. Muito obrigado.
03:49Muito obrigada. Obrigada, senhor.
03:55Pronto, senhor. Desculpe a demora.
03:57Que legal. Maninho, dá muito cuidado.
04:02Vamos procurar alguma coisa?
04:04Tá, tá.
04:05O que você tá achando?
04:09Pessoal, olha o que eu achei.
04:12Taiti?
04:16Deixa eu ver.
04:17Deixa eu ver.
04:19Me dá. Fui eu que achei.
04:22E daí?
04:24Figueiro, e ô Chico?
04:26É perigoso brincar no lugar destes.
04:31É hora do almoço.
04:32É hora do almoço.
04:34Venham logo comer. Vamos.
04:37Entendi. Já tô indo.
04:39Eu vou te devolver.
04:40Bem, até mais.
04:41E ô Chico, vamos.
04:43Tá bom.
04:46Eu também vou indo.
04:47Eu também vou indo. Tchau.
04:56Piu-we.
04:59Piu-we.
05:02Tiqui-tac-tiqui-tac-tiqui-tac.
05:11Piu-we.
05:16Tic-tac, tic-tac, tic-tac, piui
05:27Coitadinho, você também está sozinho
05:33Isso faz cócegas
05:35E onde está sua mãe, gatinho?
05:56Puxa
05:57Ah, então é isso
05:58Ela é a sua mãe
06:01Vai gatinho
06:02Volte pra sua mãe
06:08Puxa, que bom que você conseguiu achar a sua mãe
06:11Ah, não
06:25Ah
06:27Ah
06:27Ah
06:28Ah
06:28Ah
06:29Ah
06:29Ah
06:30Ah
06:53Mamãe!
06:56Volta logo, mamãe!
07:16Papai!
07:17Papai!
07:20Papai!
07:23Papai!
07:25Papai!
07:25Papai!
07:25Papai!
07:25Papai!
07:46Papai!
07:47Papai!
08:00Papai!
08:06Papai!
08:08Papai!
08:09Papai!
08:10Papai!
08:21Papai!
08:23Papai!
08:40Papai!
08:53Papai!
09:03Papai!
09:05Papai!
09:17Papai!
09:27Papai!
09:33Papai!
09:34Papai!
09:39Papai!
09:42Papai!
09:59Papai!
10:02Papai!
10:04Papai!
10:06Papai!
10:08Papai!
10:10Papai!
10:11Ele está engraxando sapatos na estação.
10:15E você pretende ir andando até a estação?
10:19É porque estou com saudade dela.
10:22E o seu pai?
10:27Garoto, por acaso a sua mãe não lhe disse que você deveria ficar esperando em casa, não?
10:56Prontinho.
10:59Eu estava com muita saudade. Por isso que saí de casa para tentar te encontrar.
11:04Mas eu acabei indo muito longe. Me desculpe, mamãe.
11:08Está bem. E foi nessa hora que você encontrou a sua mãe?
11:11Você encontrou esse senhor?
11:13E o vovô cuida daquela árvore com muito cuidado e carinho.
11:17E ele disse que é como se fosse um filho para ele, mamãe.
11:20É mesmo. Ele é uma pessoa boa, não?
11:24Muito boa.
11:33Mamãe?
11:34Sim?
11:36O papai era uma boa pessoa?
11:39Ah, sim. O papai era. Ele foi para a guerra logo depois que você nasceu.
11:44Ele colocou sua fotografia no uniforme antes de ir.
11:48O vovô parecia com o papai.
11:51Ora, você nunca viu o seu pai?
11:55É verdade. Eu nunca cheguei a conhecer o papai.
12:01Mamãe, me conta alguma história sobre o papai?
12:04Conto, sim.
12:08O papai era forte, alto e também muito bonito.
12:12Ele trabalhava como engenheiro em uma fábrica de aço onde nos conhecemos.
12:16Eu era uma mulher do interior.
12:18E daí?
12:19O chefe da sessão me apresentou a seu pai e depois acabamos nos casando.
12:24E pouco tempo depois, você nasceu.
12:30Toda vez que ela fala do papai, eu vejo um grande brilho nos seus olhos.
12:35É sempre a mesma história, mas ela conta com muita saudade e carinho.
12:42E no fim de tudo.
13:09E no fim de tudo.
13:17Duatido.
13:18Seuう Cão de tudo.
13:21Isso vai ajudar, Shauna e senhora não escolheu.
13:37Eu te amo!
13:44Vovô, onde a mamãe trabalha, fica naquela direção, não é?
13:48É, é pra lá.
13:56Prontinho, com um destes.
13:59Obrigado.
14:09Então, está gostoso?
14:11Muito.
14:12Se quiser, pode comer mais, Sul.
14:16Pode comer.
14:19Obrigado.
14:29Muito obrigado pela comida.
14:32Ora, não tem de quê.
14:34Mas o que é isto aqui?
14:36Um grão de arroz.
14:39Já pronto.
14:50Bom, eu preciso voltar ao trabalho.
14:54Vovô, eu posso te ajudar?
14:56Oh, quer me ajudar, hein?
14:58Bom, então vamos lá.
15:04Faça com cuidado, hein?
15:06Quando a terra fica dura, as raízes desta cerejeira não conseguem crescer e não pode tirar o alimento da terra.
15:14Então, para que elas possam viver, precisamos cuidar muito bem delas.
15:19Por isso, tome cuidado.
15:25Isso, isso, isso.
15:32Ah, não.
15:35Ah, não.
15:36Ah, não.
15:36Não, não, não, não
16:12Não, não, não, não, não, não
16:36Não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não,
16:45não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não,
16:45não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não,
16:45não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não,
16:45não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não,
16:51não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não
17:17Está com frio, dona cerejeira?
17:33Aguente firme. Logo vai chegar a primavera.
17:38Assim, isso.
17:41Assim.
18:06Ei, gatinho. Boa tarde.
18:41Mãe, já chegou a primavera. Mas por que a cerejeira não deu flores?
18:45Na verdade, filho, naquele lugar existia um grande casarão.
18:51Um grande casarão?
18:56Ao redor dele havia muitas casas.
18:59Mas todas elas foram queimadas no bombardeio.
19:03Você não ficou sabendo porque estava na casa da sua avó no interior.
19:08Mas aquele foi um terrível bombardeio.
19:33Corra! Corra!
19:38Vem aqui!
19:40Yuki! Yuki!
19:45Muitas casas foram queimadas e muitas pessoas morreram.
19:50Nossa casa e aquele casarão também acabaram sendo queimados naquele ataque.
19:55E misteriosamente, a única coisa que sobrou foi a cerejeira.
19:59E por ter sofrido tanto com o ataque,
20:03talvez esteja fraca e seja esta a razão de não conseguir florescer.
20:08E neste caso, isso é comum.
20:12A cerejeira não vai florescer.
20:15Isso não!
20:16Isso não!
20:19O que está acontecendo, meu filho?
20:24É mentira! Ela vai florescer!
20:27A cerejeira vai florescer!
20:30Com certeza ela vai!
20:42A partir deste dia, debaixo de sol ou chuva,
20:45Taichi ia visitar e cuidar da cerejeira todos os dias.
20:49Não!
20:50Não!
20:58Não!
21:07No!
21:13Não!
21:15Ela vai lá!
21:16É...
21:16Não!
21:18Tá Ceuta da distinction.
21:19Não, não, não.
21:49Não, não, não.
21:58Não, não, não.
22:01Não, não, não.
22:27Ela floresceu.
22:30Um, dois, três, quatro...
22:35Cinco, seis, sete, oito...
22:38São tetas que eu nem consigo contar.
22:48Garoto, conseguimos, não foi?
22:54Ainda bem, ainda bem, ainda bem.
23:00Garoto, olhe bem para esta árvore.
23:03Ela sobreviveu ao frio rigoroso e com a chegada da primavera, finalmente pôde florescer.
23:08E isso aconteceu porque ela conseguiu aguentar este rigoroso inferno.
23:15A mesma coisa ocorre com as pessoas.
23:18Por mais que elas sofram, precisam continuar a vida.
23:21E esse sofrimento faz com que o seu coração se torne forte para superá-lo.
23:26E desistir somente porque está sofrendo não é mesmo a solução.
23:33É que o meu pai morreu na guerra.
23:43Bem, eu também tinha dois filhos.
23:47Mandaram eles para a guerra e foram levados para bem longe.
23:57Garoto, nunca desista.
24:00Seja como esta cerejeira.
24:04Uhum.
24:05E então, faça deste mundo um lugar onde não haja guerra
24:09e as pessoas possam viver felizes para sempre com as suas famílias.
24:14E isto dependerá muito da sua força e para tornar isso uma realidade.
24:19Quando for à escola, deverá estudar bastante
24:22para poder construir um grande futuro.
24:27Tá.
24:34Mamãe!
24:37Mamãe!
24:40Rápido!
24:41Por que você está com tanta pressa?
24:43Ah, você já vai ver? Anda, mamãe!
24:45Está bem, está bem.
24:49Se você me puxar mais, vai arrancar o meu braço.
24:53Vamos mais rápido, mamãe!
24:56Vamos!
24:57Mas que coisa, Taiti!
25:02Calma!
25:04Olha!
25:05Olha ali, mamãe!
25:14Puxa, que linda!
25:19Viu?
25:20A árvore floresceu!
25:22É!
25:23E que flores mais lindas!
25:25O vovô da cerejeira me disse que esta árvore floresceu
25:29porque conseguiu aguentar o rigoroso frio do inverno.
25:32É mesmo?
25:36Mamãe!
25:37O que é?
25:38Não desistirei!
25:40Mesmo que o papai não esteja com a gente, nunca vou desistir!
25:45Meu filho!
25:49Dona cerejeira, obrigado!
25:51Eu não desistirei!
25:53E mesmo que eu sofra, eu vou lutar!
25:55E vou ficar grande e forte como você!
26:00Nossa, que amarecita!
26:02Nunca vi nada igual!
26:04Que maravilha!
26:05Eu nunca vi nada igual!
26:08Fantástico!
26:09Muito bonito!
26:11Que coisa boa, meu filho!
26:14Ter aprendido valores tão importantes!
26:17Que coisa boa, meu filho!
26:18Que coisa boa, meu filho!
26:23Que coisa boa!
26:26Qual é?
26:43Que coisa boa!
26:43reuniria a ativakoada,
26:43que coisa boa, meu filho!
26:45Bem-vindo!
26:45Obrigado.

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