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O Banco Mundial prevê uma desaceleração do crescimento econômico da América Latina e do Caribe em 2026, com expansão de 2,2%, abaixo dos 2,4% registrados no ano passado. Brasil e México devem crescer em ritmo igual ou inferior à média regional, enquanto o relatório aponta riscos ligados ao clima, aos preços da energia e à manutenção de juros elevados.

Imagens: AFP
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#americalatina #economia #inflação

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Transcrição
00:00A América Latina e o Caribe reduzirão ligeiramente seu ritmo de crescimento para 2,2% em 2026,
00:07em comparação com os 2,4% registrados no ano passado.
00:11É o que apontam as previsões regionais do Banco Mundial, divulgadas nesta terça-feira.
00:16Segundo a instituição, El Salvador e Paraguai se destacam entre os países com as maiores taxas
00:21devido a melhores condições de segurança e de suas políticas de austeridade fiscal,
00:25que impulsionam um investimento privado robusto.
00:28O documento aponta que a Argentina também segue uma trajetória semelhante
00:32e projeta-se que cresça durante três anos consecutivos, de 2025 a 2027,
00:37pela primeira vez em quase duas décadas,
00:40impulsionada pelo ajuste fiscal, pelas reformas tributárias e por uma economia mais aberta.
00:45As duas principais economias da região, Brasil e México, apresentam uma tendência de estagnação,
00:51crescendo a um ritmo igual ou inferior à média regional,
00:54limitados pelas condições monetárias restritivas necessárias para manter a desinflação,
00:59pela incerteza em matéria de políticas econômicas e pelo enfraquecimento do impulso do investimento público.
01:05Outros pontos levantados no relatório são a ameaça à atividade econômica
01:09por conta da intensificação do El Ninho,
01:11a volatilidade dos preços de energia como um fator de risco para a inflação
01:15e a grande possibilidade de os bancos centrais manterem as taxas de juros mais altas por mais tempo
01:20para combater os preços elevados.
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