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  • há 5 horas
Paulo Germano analisa a estratégia adotada por Juliana Brizola durante a campanha ao governo do Rio Grande do Sul. Na avaliação do colunista, a decisão de evitar críticas a Luciano Zucco e concentrar os ataques na continuidade do governo Eduardo Leite e em Gabriel Souza não funcionou.
Segundo Germano, Juliana e Zucco apostavam em chegar ao segundo turno e convergiram nas críticas aos oito anos de governo de Eduardo Leite. Na hora de o eleitor escolher uma alternativa de mudança, porém, o colunista avalia que a direita demonstrou mais força.

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Transcrição
00:00É claro que depois do jogo jogado é fácil a gente ficar apontando os erros de quem perdeu,
00:05mas inegavelmente a estratégia de Juliana Brizola, de poupar Luciano Zucco ao longo de toda a campanha, não funcionou.
00:12Vocês lembram, os dois ficavam evitando se criticar mutuamente, nos debates eles se chamavam para conversar,
00:17deixando Gabriel Souza de fora.
00:19Então a convergência crítica era aos oito anos de governo Eduardo Leite e a Gabriel Souza,
00:25porque eles acreditavam que iriam ao segundo turno.
00:28Então Juliana Brizola ajudou a transformar a eleição numa espécie de rejeição à continuidade.
00:35Mas na hora da mudança, mesmo de mostrar que iria uma mudança, o eleitor à direita teve muito mais força.

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