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  • há 1 dia
Na loja de conveniência levaram até doces e energético

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Transcrição
00:00Salta postos de combustíveis e a loja de conveniência.
00:02Foi na Grande Acaraíbe, na Serra.
00:04Uma funcionária foi agredida covardemente durante a confusão.
00:08Vamos ver.
00:09Três homens com máscara chegam correndo neste posto de combustíveis.
00:13Mal intencionados, não querem abastecer e nem comprar nada.
00:17Muito pelo contrário, querem assaltar.
00:20Um deles é até muito violento.
00:23Puxa o cabelo da funcionária e até dá alguns socos.
00:26Este homem de boné entra na loja de conveniência.
00:30Primeiro ele vai até o caixa, pega todo o dinheiro.
00:34Na sequência ele rouba cigarros e isqueiros.
00:37Enquanto isso, o comparsa faz a limpa no caixa do posto.
00:40Veja só.
00:42Ó, tá todo mundo aqui apavorado.
00:44Foi um momento assim de tensão, né?
00:46O coração chega até a disparar, preocupação com ela.
00:50Quem me ligou não foi ela e que me deixou mais preocupado.
00:53Foram pessoas da vizinhança que me ligaram falando que ela estava machucada.
00:57E se você acha que a ação do trio acabou, não.
01:01Neste outro momento, dois entram na loja de conveniência com a funcionária e levam chocolates, isqueiros e bebidas.
01:09Eles levaram uma quantia de dinheiro de mais ou menos 300 reais, que era o que tinha em caixa,
01:13porque a gente não deixa também muito dinheiro em caixa.
01:15Levaram cigarro, levaram também chocolates, até chocolates levaram, levaram isqueiros também.
01:23Então, isso aqui dentro da loja, né?
01:25Fora o que assaltaram o frentista também e levaram o dinheiro que estava com o frentista lá fora.
01:29Calculando todo o prejuízo, quase mil reais de perda financeira.
01:33A ação foi muito rápida.
01:35O crime, gente, aconteceu na noite desta quarta-feira, neste posto de combustíveis,
01:40que fica em Castelândia, na Grande Jacaraípe.
01:43Gente, os criminosos, eles foram tão violentos e agressivos que deixaram a funcionária toda ferida.
01:50O dono da loja veio imediatamente para cá e a levou até a unidade de pronto atendimento,
01:55a UPA de Castelândia, onde ela foi socorrida.
01:58Só que nesta quinta-feira, ela não veio trabalhar porque ela ainda está toda machucada
02:04e sem até conseguir movimentar o pescoço.
02:07E é claro, sem contar o trauma que ela sofreu.
02:11Está com o rosto inchado, eu liguei para ela hoje de manhã, está com o rosto inchado.
02:15Fiz todo o suporte para ela, porém ela não vai, está em possibilidade de trabalhar hoje,
02:18não consegue movimentar o pescoço.
02:22E, infelizmente, não sei nem quando ela vai poder voltar, né?
02:24A região aqui onde nós estamos, e é também onde fica o posto de combustíveis e a loja de conveniência,
02:31durante a noite, gente, fica bastante deserta.
02:34As pessoas que trabalham aqui disseram o seguinte,
02:36que é só escurecer, não precisa ficar muito tarde não, viu?
02:39Que aí fica deserta a região.
02:42E, ó, eu te conto que o dono da loja de conveniência me disse o seguinte,
02:46que antes ele fechava a loja às 10 horas da noite,
02:49agora as portas são fechadas às 9.
02:53E depois desse assalto, ele está até estudando fechar ainda mais cedo, viu?
02:58A gente fica com medo, né?
03:00Porque a gente não se sente seguro de poder trabalhar.
03:02De abril começa a ter mais tarde, a gente funcionava até 10,
03:04já caiu para 9, agora eu vou ter que fechar o comércio mais cedo ainda,
03:08por causa dessa segurança que a gente tem.
03:10O dono da loja trabalha aqui há quase um ano.
03:13Há quatro meses arrendou o comércio.
03:15Ele é jovem, tem 25 anos.
03:18O crucifixo no peito simboliza a fé e a esperança por dias melhores e mais seguros.
03:25A gente depende disso, né?
03:26Eu vivo disso, minha funcionária também vive do trabalho dela aqui,
03:30então a gente precisa de mais segurança, depende disso, né?

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