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A prisão do procurador-geral da Bolívia, Roger Mariaca, veio apenas dois dias depois de os Estados Unidos cancelarem seu visto por supostos vínculos com o narcotráfico e acusações de recebimento de propina. Mariaca nega as denúncias e afirma que a detenção faz parte de uma pressão política relacionada às investigações conduzidas pela Procuradoria.

EUA afirma que Mariaca recebeu propinas para facilitar operações do narcotráfico e ajudar criminosos a escapar da Justiça. O procurador-geral rejeitou as acusações e afirmou que se trata de ingerência e pressão política relacionada com suas investigações.

Imagens: AFP

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#Bolivia #EUA #narcotrafico

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Transcrição
00:01A polícia boliviana prendeu o procurador-geral Roger Mariaca apenas dois dias depois de os Estados Unidos terem cancelado seu
00:09visto por supostos vínculos com o narcotráfico.
00:11Segundo uma fonte do governo, junto com Mariaca também foi detido Alberto Zeballos, promotor do departamento de Santa Cruz.
00:17Ambos foram incluídos pelo departamento de Estado em uma lista com cerca de 20 funcionários e empresários da Bolívia, Colômbia
00:23e Equador apontados por corrupção, laços com o narcotráfico ou conspiração contra seus governos.
00:29Além disso, a polícia vasculhou as instalações da Procuradoria em Sucre.
00:32O órgão denunciou uma intervenção que classificou como ilegal.
00:36Washington afirma que Mariaca recebeu propinas para facilitar operações no narcotráfico e ajudar criminosos a escapar da justiça.
00:43O procurador-geral rejeitou as acusações e afirmou que se trata de ingerência e pressão política relacionada com suas investigações.

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