00:00Realmente excelente, eu gostaria de agradecer o acolhimento e dizer que para mim não é tão fácil, acho que todo
00:08mundo sabe disso, porque eu tive que me esforçar para vencer essa barreira de criar a coragem de vir até
00:16aqui, mesmo com todo mundo dizendo, olha, não adianta, você não vai saber falar.
00:21Então, eu me esforcei estudando o básico em relação a CLT, em relação ao meu caso, e a primeira coisa
00:30que eu quero aqui colocar diante do tribunal é que o recurso da reclamada nesse momento é uma inovação.
00:40A reclamada já teve acolhida a alegação de nulidade da primeira sentença, o processo voltou, ela teve toda a oportunidade
00:51de fazer a sua apresentação de provas, não apresentou nada, e só agora na fase recursal é que ela vem
00:59falar dessa tese de trabalho autônomo.
01:02E aí, para mim, a parte mais importante é falar basicamente da realidade concreta que eu vivi na obra.
01:09Está-se de um momento representativo e faz juiz à história da justiça do trabalho.
01:15Juiz postulante que pode ser exercido em todos os graus, até limitado até o TST, claro, mas permite que um
01:22trabalhador que exerce a atividade digna de pedreiro
01:27venha a essa turma e tenha o seu direito de sustentar oralmente, e o faz com todo zelo.
01:38Pode mudar de profissão porque a lógica de argumentos acabou sendo melhor do que muitas sustentações que essa turma tem
01:51ouvido de doutos patronos.
01:53Parabéns à justiça do trabalho, parabéns ao senhor Takahara.
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