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  • há 11 horas
Pesquisa Indexa/Broadcast revela que 72% dos eleitores acreditam ser capazes de identificar conteúdos manipulados por inteligência artificial em campanhas. Apesar disso, 92% rejeitam o uso de IA para criar vídeos e áudios falsos na eleição, e 84% desaprovam a tecnologia mesmo para beneficiar candidatos, acendendo o alerta sobre os limites do recurso.

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📽️ Roberto Fonseca/CB/D.A. Press

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Transcrição
00:00Você acha que consegue perceber se um vídeo de um candidato é falso?
00:03A pesquisa Indexa Broadcast, divulgada nesta quarta-feira,
00:08mostra que a maioria dos eleitores acredita que sim.
00:1172% dizem ser capazes de identificar imagens, áudios ou vídeos manipulados pela inteligência artificial.
00:20Mas tem um detalhe importante.
00:22Mesmo confiando no próprio olhar, o eleitor não quer ver deepfakes na campanha.
00:27Nada menos que 92% são contrários ao uso de inteligência artificial para criar conteúdos falsos.
00:36E mesmo quando a tecnologia é usada para beneficiar o próprio candidato, a rejeição continua alta.
00:4384% são contrários.
00:46E isso já não é o futuro. Já aconteceu na pré-campanha.
00:51Na convenção do PL, um vídeo gerado por inteligência artificial simulou a imagem e a voz do ex-presidente Jair
00:59Bolsonaro,
01:00com uma mensagem de apoio à candidatura do filho, Flávio Bolsonaro.
01:05O aviso de que era uma simulação estava lá.
01:08Mas a pergunta que fica é, na corrida eleitoral, até onde a inteligência artificial vai chegar?
01:15Roberto Fonseca, para o Correio Brasiliense.
01:21E aí
01:21E aí
01:22E aí
01:23Obrigado.
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