Pular para o playerIr para o conteúdo principal
  • há 11 minutos
Belo Horizonte — Atração do Festival Sensacional, o BaianaSystem falou ao Estado de Minas sobre o impacto da recente conquista no Grammy Latino e o fortalecimento dos laços com a musicalidade da América Latina.

Durante o papo, os integrantes detalharam o processo criativo do grupo, marcado pelo constante equilíbrio entre experimentações eletrônicas e a ancestralidade dos ritmos baianos.

Imagens: Giovana Souza e Gabriela Matina


Acesse o site: https://em.com.br / https://uai.com.br
SE INSCREVA EM NOSSO CANAL NO YOUTUBE: https://www.youtube.com/@PortalUai
Siga o Portal UAI nas redes sociais:
Instagram - https://instagram.com/estadodeminas/
Twitter - https://twitter.com/em_com/
Facebook - https://www.facebook.com/EstadodeMinas/

Categoria

🗞
Notícias
Transcrição
00:00Vocês venceram o Grammy, né, lá no ano passado, com a gente se pôr a apresentar hoje.
00:04Eu queria saber como que foi ter esse reconhecimento e também o que mudou na trajetória de vocês depois disso.
00:10A gente foi junto, como é, eu, Ellen Russo.
00:14É sempre bom, realmente, é muito bom.
00:16Dessa vez foi a experiência que a gente foi, a gente tinha ganhado em 2019,
00:19mas não tínhamos vida, a gente soube até de surpresa no dia do show, a gente soube.
00:24Dessa vez já teve outro envolvimento e a grande importância disso que eu vejo é que
00:27foi justamente onde a gente começou a falar mais sobre a América Latina,
00:31de voltar, a presença de Cláudia que teve entre o disco Futuro Lodebora, que foi o primeiro,
00:35e esse segundo, que ela chegou no disco Chaché e Chum.
00:38E a gente, além de aprofundar as ligações que a gente já tem com a América Latina naturalmente, lá na
00:44Bahia,
00:45a gente aprendeu e aprende demais com o Cláudia nesse caminho, nesse entendimento disso.
00:50E aí, sem esse Grammy Latino, depois da premiação, assisti os outros artistas,
00:57a gente, e quando volta, isso nos ajuda a dar sentido a toda a costura que a gente tenta fazer,
01:03do que essa costura que é o baiano, que a gente tenta falar os ritmos que a gente tem
01:07tradicionais na Bahia, os ritmos latinos, como nos influenciam, e muitas vezes as pessoas nem
01:12identificam que aquilo é uma influência direta.
01:15Então, estar nesse ambiente, por exemplo, do Grammy Latino, além do reconhecimento,
01:19faz com que a gente tenha essa olhar ainda mais cuidadora.
01:37Eu queria saber que vocês misturam bastante diferenças na centralidade com no som mais tecnológico.
01:43Como que vocês fazem esse equilíbrio na questão musical mesmo?
01:47Eu acho que talvez é uma coisa, um processo que você vai fazendo assim, natural, orgânico,
01:51assim, porque cada um integrante da banda tem esse contato real com esse lugar, né?
01:56Então, se torna, na verdade, uma linguagem que faz parte do cotidiano do dia a dia,
02:01assim, não sei como é pra você isso aí, né, Beto?
02:04A gente fala que a gente tá sempre experimentando.
02:06Desde o primeiro disco, quando as pessoas perguntavam o que é o baiano,
02:09a gente tá experimentando, tá experimentando também.
02:28Sempre experimentando.
02:29Tem momentos que a gente entende que a gente tá mais eletrônico do que a gente quer,
02:33a gente volta um pouco pra ancestralidade.
02:35A gente tem estado muito agora na Casa da Ponte, no Pelourinho,
02:38de a série da Orquestra Closifônica do Maestro Biratanz.
02:42Naturalmente, a gente respira aquilo um pouco mais e aquilo reflete no show.
02:46Então, eu acho que a gente é uma mistura entre a vontade de experimentar
02:50e o que a gente tá vivendo.
Comentários

Recomendado