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A China construiu uma plataforma marítima equipada com uma grande rede para recuperar foguetes reutilizáveis.

Em vez de pousar em terra ou sobre uma embarcação, o foguete retorna diretamente para a rede de alta resistência instalada na plataforma.

O sistema desenvolvido pelos chineses foi utilizado no foguete Longa Marcha 10B.

Após a separação entre o primeiro e o segundo estágios, a parte reutilizável inicia um retorno de cerca de seis minutos. Nesse trajeto, realiza manobras de orientação, frenagem e desaceleração até chegar à área de recuperação.

O momento mais delicado acontece nos metros finais da descida. A plataforma usa uma rede em formato de cruz com quatro cabos de aço. O foguete tem quatro ganchos que se conectam a essa estrutura.

A rede se movimenta para acompanhar a trajetória do veículo, absorver parte da energia do impacto e mantê-lo suspenso antes de ser colocado na posição vertical.

Todo o processo é automático. Sensores, radares a laser e sistemas de controle monitoram a posição e a inclinação do foguete em tempo real.

A plataforma e o veículo trabalham de forma sincronizada para que a captura aconteça com precisão.

A recuperação do primeiro estágio do foguete permite reaproveitar parte da estrutura em novas missões, reduzindo custos e aumentando a eficiência das operações espaciais.

Reportagem: CGTN Brasil

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#china #foguete #tecnologia

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00:01A China construiu uma plataforma marítima equipada com uma grande rede para recuperar
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01:01monitoram a posição e a inclinação do foguete em tempo real. A plataforma e o veículo
01:07trabalham de forma sincronizada para que a captura aconteça com precisão.
01:11A recuperação do primeiro estágio do foguete permite reaproveitar parte da estrutura em novas
01:17missões, reduzindo o custo e aumentando a eficiência das operações espaciais.

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