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  • há 11 minutos
Alunos da EduSesc, em Taguatinga, fizeram história em uma das maiores competições de robótica do mundo, na Coreia do Sul. A equipe conquistou o terceiro lugar geral e o topo do pódio no desafio "Superteams" com um robô feito de lixo eletrônico. O projeto uniu inteligência artificial e sustentabilidade ao simular a proteção da Amazônia ao lado do personagem Curupira.

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📽️ Roberto Fonseca/CB/DA Press

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Transcrição
00:00Estudantes do Distrito Federal acabam de fazer história lá do outro lado do mundo.
00:05Eles viajaram até a Coreia do Sul para disputar uma das maiores competições de robótica do planeta.
00:12E o resultado foi impressionante.
00:15Mas antes de falar das medalhas, você precisa ver o que eles apresentaram.
00:20Os alunos criaram um robô capaz de andar, reconhecer gestos,
00:24responder a comandos de voz e interagir com as pessoas.
00:28E tem mais. Parte do robô foi montada com peças retiradas de lixo eletrônico e equipamentos descartados.
00:36Na apresentação, o robô encontra o Curupira, o guardião das florestas, no folclore brasileiro.
00:42A missão era mostrar como a tecnologia e a inteligência artificial podem ajudar a proteger a Amazônia.
00:50Agora, confere um trecho dessa apresentação.
01:09Foi essa mistura de robótica, cultura brasileira e sustentabilidade que encantou os jurados.
01:16E o resultado veio em grande estilo.
01:18A equipe da EduSesc conquistou o terceiro lugar na competição principal.
01:23E ainda teve mais.
01:24No desafio Super Teams, os estudantes brasileiros se uniram a jovens da Áustria e de Singapura.
01:31Juntos, eles conquistaram o primeiro lugar.
01:34Duas premiações em uma das maiores competições de robótica do mundo.
01:39De Taguatinga para a Coreia do Sul.
01:42Uma história de criatividade, talento e muito orgulho para o Distrito Federal e para o Brasil.
01:49Roberto Fonseca, para o Correio Brasiliense.
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